terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Coastwatch 2009/10: 20 anos a olhar pelo litoral

Caros coordenadores e participantes
Imagino que estranhem a ausência de informação relativa à próxima campanha Coastwatch. Em Agosto despedi-me de vós e do Projecto que coordenei com total dedicação durante 6 anos e a 1 de Setembro comecei a trabalhar na Agência Portuguesa de Ambiente. Porém, por diversos motivos e na impossibilidade de haver outro professor coordenador requisitado para o Coastwatch, está a ser preparado um protocolo de parceria, entre a APA e o GEOTA, para que possa continuar a desenvolver actividades de coordenação - a partir da APA - em parceria com a Teresa Lemos, funcionária do GEOTA.
Neste momento não sei ao certo a data de lançamento da 20ª campanha pois está dependente da assinatura do protocolo. Assim que haja notícias informá-los-ei. De qualquer forma fica desde já a informação que o período de monitorização vai decorrer até 31 de Março de 2010.
Obrigada pelo vosso interesse no projecto
Atenciosamente
Lurdes Soares
Coordenadora Nacional Coastwatch
Poderão continuar a enviar os vossos e-mails para:

sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Obrigada a todos os que por aqui passaram ao longo destes 2 anos

Foto daqui - Deixe a sua pegada com suavidade
O blogue Coastwatch foi criado em 2007. Por um lado, enquanto Coordenadora Nacional do projecto Coastwatch pretendia colmatar a impossibilidade de uma página de Internet exclusiva do projecto e por outro, interagir com os coordenadores regionais, participantes no projecto e demais visitantes; aspectos que um blogue potencia.
Em Fevereiro de 2009, dada a reduzida cota de comentários, optei por introduzir um contador de visitantes como forma de avaliar se fazia sentido continuar a apostar no blogue.
Hoje, passados 6 meses http://coastwatch-coastwatch.blogspot.com/ regista mais de 13000 visitantes.
Foi um prazer para mim dinamizar o blogue, publicar os testemunhos dos envolvidos nos projecto, facilitar o acesso a documentos, linkar outros blogues, sites e demais informações que, a meu ver, poderiam ser úteis.
A 31 de Agosto de 2009 cesso as minhas funções como Coordenadora do Projecto Coastwatch e, como tal, deixarei de ser responsável pelo blogue e pelo projecto. Espero que de alguma forma o meu singelo contributo tenha sido útil.
Entretanto deixo-vos um pequeno vídeo como forma de desafio para que continuemos todos a olhar pelo litoral.
Muito obrigada pela partilha de informação.
Até sempre
Lurdes Soares


quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Limpar o Parque Natural da Peneda do Gerês

Foto daqui
Nos dias 5 e 6 de Setembro decorre a acção de limpeza no Parque Natural de Peneda do Gerês. Apesar de não haver limite de participantes, convém fazer a pré-inscrição (limpar.o.pnpg.2009@gmail.com) para uma melhor planificação das equipas.
Planeou-se fazer uma limpeza em alguma zonas do PNPG (aka Gerês). Infelizmente há muitas pessoas que andam quilómetros pela serra para depois deixar o seu lixo. Não se entende como alguém que “gosta” de conviver com a natureza polui desta forma…
Esta é uma acção de limpeza de algumas dessas zonas, onde se inclui as minas de carris e outros lugares.
O parque de campismo do vidoeiro será uma boa escolha como local de estadia, mas há sempre alternativas para quem estiver interessado.
informação chegada por e-mail

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Erosão Costeira

Figura 1 - Acesso à praia Maria Luiza - Foto daqui
Erosão: Acção de desgaste de uma rocha, de um depósito ou de uma formas de relevo, desencadeada por processos mecânicos.
São vários os factores indutores da erosão costeira. Embora alguns desses factores sejam (ou possam ser considerados) naturais, a maior parte é consequência directa ou indirecta de actividades antrópicas. Os principais factores responsáveis pela erosão costeira e consequente recuo da linha de costa são:
- elevação do nível do mar;
- diminuição da quantidade de sedimentos fornecidos ao litoral;
- degradação antropogénica das estruturas naturais;
- obras pesadas de engenharia costeira, nomeadamente as que são implantadas para defender o litoral.
Arriba (marinha) ou Falésia (I. cliff) - Forma particular de vertente costeira, com declive forte (15º a 90º). Com frequência utiliza-se como sinónimo o termo falésia, galicismo supérfluo que, todavia, está plenamente integrado na língua portuguesa.
As arribas são talhadas pela acção conjunta de agentes morfogenéticos marinhos, sub-aéreos e/ou biológicos, podendo verificar-se franca dominância de um destes agentes. As arribas podem ser talhadas em, praticamente, todas as litologias. As arribas mais altaneiras são, como é óbvio, talhadas nas rochas mais resistentes à abrasão (granitos, gneisses, calcários dolomíticos, etc.). Porém, também é frequente a ocorrência de arribas, embora normalmente com pequeno comando, em rochas pouco consolidadas ou inconsolidadas (areias das dunas costeiras, tilitos, etc.). Mais informações aqui.

Ao longo dos anos de prática de Coastwatch a erosão tem sido fotografada, monitorizada e debatida. O incidente em Albufeira vem alertar uma vez mais para uma realidade que é do conhecimento de diferentes entidades e da população em geral, em maior ou menor profundidade. A mediatização que tem rondado este episódio vem confirmar que o tema "erosão" só é notícia quando bens materiais e humanos estão em perigo ou são atingidos - veja-se o caso da Costa da Caparica, por exemplo - Porém, a erosão é um fenómeno natural que ocorre ao seu ritmo de acordo com as condições climatéricas, o impacto das actividades humanas, entre inúmeors factores.
A opinião pública pretende encontrar uma causa específica e um culpado. Na verdade causas e culpados são vários. A intensa artificialização sobre a arriba, o peso das máquinas de construção, o sismo, as marés-vivas, o impacto da actividade turística em si e os erros de planeamento que continuam a permitir mais construção em regiões só por si frágeis.
Convém não esquecer que a fragilidade é uma das características das arribas. Autoridades e público em geral não podem esquecer este facto. Cada uma das partes deve fazer o que lhe compete. Não se pode continuar a desculpar os cidadãos que não respeitam sinalização nem tão pouco uma área vedada com uma fita.
A erosão atinge quase toda a costa. Situações de risco iminente são muitas ao longo do litoral português. Vedar todas as zonas para impedir que a spessoas se aproximem é insustentável.
É urgente que os cidadãos aprendam a respeitar a sinalização e as autoridades a agir sobre as situações de risco.
É de salientar que as derrocadas acontecem com frequência, embora predominantemente no Inverno e por isso passam um pouco à margem das notícias.

Figura 2 - A erosão costeira, traduzida em recuo médio anual da linha de costa, em Portugal. Adaptado de Ferreira et al. (in press).
O mapa da figura 2 permite-nos constatar que o recuo médio anual da linha de costa é preocupante em praticamente todo o litoral (mais informações aqui).

Figura 3: Zonas de Risco na Orla Costeira
A figura 3, representa as zonas de risco na orla costeira. Não obstante estes conhecimentos e os alertas dos técnicos, investigadores e demais entidades especializadas, a realidade mostra que se continua a construir em zonas de risco e a cometer erros de ordenamento e gestão costeira.
Deixe a sua opinião sobre o tema da erosão costeira, envie-nos fotos e outros testemunhos.
Mais informações aqui .

Estacionamento selvagem nas dunas da Ria de Alvor


A LPN alerta para a destruição das dunas da Ria de Alvor.

ZONAS COSTEIRAS NATURAIS A SAQUE NO ALGARVE

O caso do estacionamento selvagem nas dunas da Ria de Alvor

Esta é a triste sina das zonas húmidas costeiras do Algarve. Após a indefinição e atropelos à diversidade biológica presente na Lagoa dos Salgados, depois do que se passa na Ria Formosa, de novo é a Ria de Alvor que se encontra a saque, sem rei nem roque.

Estão a ser investidos milhares de euros para realimentar a praia e criar dunas primárias na praia dos Três Irmãos, em Alvor, com areias provenientes de um antigo depósito de dragados que se encontrava sobre as dunas de Alvor. No entanto, não se compreende os objectivos da Administração da Região Hidrográfica do Algarve: por um lado, quer-se reconstituir o cordão dunar e por outro deixa-se “ao Deus dará” as dunas naturais que ainda restam em Alvor.

Tudo isto vem a propósito de uma situação que o Núcleo do Algarve da Liga para a Protecção da Natureza tem acompanhado e denunciado há vários anos.

A presença do estradão de acesso ao molhe nascente da Ria de Alvor, criado no início dos anos 90 do século passado, que deveria ter sido removido após a construção dos molhes, está hoje completamente a saque e parece terra de ninguém.

Carros e autocaravanas – algumas mesmo pernoitando ali – circulam livremente de um lado para outro, estacionam em qualquer lugar, destruindo a vegetação e perturbando as colónias de aves que aqui nidificam, sem que nenhuma autoridade ponha cobro à presente situação.

As viaturas estacionam em qualquer local e os seus proprietários atravessam as dunas em direcção ao mar criando novos caminhos, destruindo a vegetação dunar que é fundamental para agarrar as dunas e deixando lixo por todo o lado.

Na opinião do Núcleo do Algarve da Liga para a Protecção da Natureza, ao deixar que se prolonguem tais situações, a ARH mostra a sua total incompetência para, em conjunto com a Polícia Marítima, fazer respeitar a lei de protecção das dunas. Fez obras, com certeza necessárias, mas deixou as dunas naturais presentes ao abandono.

As dunas de Alvor, em conjunto com o sistema lagunas e sapais, formam o complexo sistema estuarino que é a Ria de Alvor, que se encontra integrada na Rede Natura 2000, rede europeia fundamental de conservação da natureza.

O Núcleo do Algarve da Liga para a Protecção da Natureza não pode deixar passar em claro mais esta situação que mostra a forma como as entidades responsáveis gerem e cuidam mal de um património que é de todos nós.

sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Limpar Portugal


Em 2008, um movimento cívico na Estónia resolveu lançar uma campanha de limpeza do país. Conseguiram juntar mais de 50.000 pessoas (a Estónia tem apenas um milhão e meio de habitantes) que limparam o país em apenas 5 horas. Existe um video que podem ver sobre esta

Em Portugal está em marcha uma iniciativa semelhante que merece o apoio e a colaboração de todos. Basta inscreverem-se no site (
http://limparportugal.ning.com/) e descobrir a forma como podem participar e colaborar activamente. Dá algum trabalho, muito mais do que ficar sentado a criticar tudo e todos. Mas o esforço vale a recompensa de vivermos num país mais limpo.

Para já, é preciso divulgar a iniciativa...

quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Dias da Energia


O GEOTA esteve presente nos dias da Energia da ENA. Segundo a ENA , mais de 5000 pessoas participaram nesta actividade.

MAIS DE 5.000 PESSOAS NOS DIAS DA ENERGIA da ENA

Sesimbra foi o local escolhido para o final dos Dias da Energia da Agência de Energia e Ambiente da Arrábida .

Entre a praia, a terra e a Fortaleza, durante quatro dias, mais de cinco mil pessoas ouviram falar de Sustentabilidade, Ambiente e Energia, e puderam constatar como se pode usar de forma mais eficiente a energia.

Na exposição, no interior da Fortaleza de Sesimbra, o painel da ENA, com três lâmpadas diferentes acesas, suscitou a curiosidade do visitantes. Uma lâmpada LED, a tecnologia do futuro. Outra de baixo consumo. E, a terceira. Uma lâmpada incandescente responsável por emitir apenas 20 por cento de luz, contra o desperdício de 80 por cento em calor.

Noções de eficiência energética combinadas com a História da Terra, com o ciclo da água, a biodiversidade marinha, a mobilidade e o consumo sustentáveis, e com a valorização de resíduos. Aliás, na cozinha da Fortaleza, a cozinheira da ENA chegou mesmo a fritar batatas. Aflita, perguntava à assistência; “Mas, e agora, o que faço? “.

Se a pergunta era difícil, a resposta foi fácil. O óleo usado só pode ser despejado para um mini – oleão, ou para uma garrafa de plástico. Há quem os recolha e transforme em biodiesel, um combustível mais limpo que o gasóleo. A sensibilização, pôs a mexer as mascotes dos Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos da ERP Portugal ao calcorrearem, as ruas e a praia.

Juntar gente no areal da tenda desta Associação Gestora para explicar às pessoas onde colocar os REEE - teclado, varinha mágica, frigorífico, etc.. - na altura de os deitar fora.

Sensibilizar experimentando as várias vertentes do problema das Alterações Climáticas e ser capaz de fazer experiências que apontam a solução, foi outra das estratégias adoptadas pela ENA , nestes Dias da Energia. Perceber como pode um carro andar movido a energia solar, ou como pode o vento gerar energia foram outras actividades para quem pôde olhar o Sol, Júpiter, entrar na tenda do planeta curioso e espreitar como é o sistema solar, bem como ver de perto as crateras lunares.

Com os sentidos bem despertos a população fez fila para perceber que era possível provar as pizzas cozidas em forno solar.

Alternativas ao uso tradicional da energia, propostas para mudar de atitude foram deixadas pela ENA, entre 29 a 12 de Julho, durante as iniciativas que marcaram o mês e meio de decurso dos Dias da Energia de 2009. O EnergizArte deu o mote à criatividade de pintores palmelenses, e do grupo 4 de Sesimbra que reutilizou velhas televisões como forma de intervenção pela saúde do planeta.

Entre uma Tertúlia sobre educar e comunicar a Sustentabilidade, a Conferência de Palmela sobre o papel dos municípios no combate às Alterações Climáticas, foi um momento importante, com a conselheira do presidente da Comissão Europeia para a Energia, a deixar um recado não só aos políticos e empresários, como a toda a população ; Combater as Alterações Climáticas e reduzir o CO2 implica actuar nas cidades. O lema da ENA é o lema da Europa “, declarou Maria da Graça Carvalho.

Já agora, o lema da Agência de Energia e Ambiente da Arrábida é ‘ Está na hora de passar das palavras aos actos. “

ENA – 14.07.09 – Press-Release

domingo, 12 de Julho de 2009

Coastwatch Brasil

O Coordenador do Coastwatch Alagoas - Marco Lyra - enviou-nos estas fotos de mais um dia de monitorização Coastwatch.
Marco, aguardamos que nos conte a sua experiência pioneira no Coastwatch, aí pelas terras do Brasil.
Obrigada!
Achei até agora a mais bonita de todas, fica na praia do Carro Quebrado, Ilha da Crôa, Barra de Santo Antônio Alagoas. É considerada a 7ª praia mais bonita do Brasil.
Equipe de voluntários da Barra de São Miguel, da esquerda para direita Professora Zita, Professora Walnice Miranda - Coordenadora da Campanha pela Secretaria da Educação do Estado, Marco Lyra - Presidente da ATA e o Professor Vitalino - Coordenador Municipal da Campanha e alunos.

sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Paul de Tornada: finalmente o reconhecimento como Reserva Natural Local


Foi oficialmente criada, no passado dia 2 de Julho, a Reserva Natural Local do Paul de Tornada, através da publicação em Diário da República do Aviso n.º 11724/2009, passando estai mportante zona húmida a integrar a Rede Nacional de Áreas Protegidas.
Distinguido, desde 2001, como zona húmida de importância internacional, pela Convenção de RAMSAR, o Paul de Tornada vê agora reconhecida a sua importância no plano legislativo nacional. Esta área é uma das últimas zonas húmidas interiores da região Oeste de Portugal, constituindo um local de elevado valor do ponto vista ambiental e educacional. Com mais de cinco centenas de espécies de fauna e flora identificadas, o Paul apresenta-se como indispensável para a preservação da diversidade biológica da região e do país.
A Associação de Defesa do Paul de Tornada – PATO e o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente – GEOTA congratulam-se pelo reconhecimento da importância desta zona húmida e do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e iniciado há mais de 20 anos em prol da sua conservação. Saliente-se, também, o envolvimento da Câmara Municipal das Caldas da Rainha e do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade - ICNB, entidades impulsionadoras de todo este processo.
Tornada, 4 de Julho 2009.
Contactos:
PATO – Helder Cardoso : 917786461
Geota – João Joanaz de Melo : 962853066

segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Avaliação da Campanha: Escolas/Professores


Publica-se aqui a ultima fase da avaliação da campanha 2008/09 que diz respeito ao trabalho desenvolvido pelas escolas/professores.
Apenas 34,3% das escolas enviaram a ficha de avaliação. É com base nestes 34,3% que se apresentam os resultados estatísticos que se seguem:

1 - Nº de alunos envolvidos no projecto, por anos de escolaridade
A campanha envolveu no total 3729 alunos. Assim, consta-se que 34,3% dos professores que enviaram a ficha de avaliação envolveram 1225 alunos (32,9%).
A distribuição dos alunos, por ciclo de escolaridade, mostra um claro predomínio do 3º ciclo: 61,9%.

2 - Número de alunos por género.
37,7% dos 1225 alunos é do sexo feminino e 31% não especificaram.

3 - Número de professores e disciplinas envolvidas.

Ciências Naturais, Biologia e Biologia/Geologia, são as disciplinas que mais se envolvem no projecto. repectivamente com 29,8% e 17,8% dos professores.
4 - É a 1ª vez que participa no Projecto Coastwatch
43% dos professores afirma ser a primeira vez que participa no projecto.

5 - Se não, indique há quantos anos participa.
24,3% participa entre 2 a 5 anos; 21,6% entre 10 a 14 anos.

6 - Como teve conhecimento do Projecto coastwatch?
35,1% teve conhecimento do projecto através de outros colegas; 29,7% por informação chegada à escola e 29,7% através dos coordenadores regionais.

7 - Como enquadrou a participação no Projecto Coastwatch?
84% dos professores enquadrou o coastwatch em outro projecto, na sua maioria o projecto eco-escolas.
8 - Desenvolveu actividades para a consecução do projecto?
59% dos professores desenvolveu actividades de preparação no Projecto Coastwatch

9 - Tiplogia das actividades desenvolvidas para a consecução do projecto.
81,8% dinamizou actividades de formação. 13,6% indicou outros (internet, jornal, etc.)
10 - Utilizou meios de divulgação relativamente ao trabalho desenvolvido?
78% dos professores desenvolveu actividades de divulgação dos resultados.

11 - Tipologia das actividades desenvolvidas na divulgação dos resultados.
57,1% dinamizou exposições, palestras, os placards do projecto eco-escolas; 35,7% recorreu à internet (blogues, sites, etc.) e 35,7% utilizou o jornal da escola.
12 - Como classifica o empenhamento dos alunos envolvidos no projecto?

51,4% dos professores classifica a motivação dos alunos com interessados e 37,8% como muito interessados. 10,8% mostrou-se indiferente.
12 - Sugestões para a próxima campanha:
  • Maior divulgação junto da comunidade local e junto das escolas;
  • A organização é muito boa;
  • Alargar a outras turmas e/ou comunidade escolar/funcionários, Encarregados de educação, professores;
  • Campanhas de limpeza em zonas do litoral monitorizadas;
  • Preparação de material pedagógico de apoio à campanha;
  • Melhorar as informações para preenchimento dos questionários;
  • Criar intercâmbio com outros paises participantes ;
  • Limpeza de zonas d einteresse público consideradas de relevãncia para o ambiente;
  • Maior cooperação a nível de transportes camarários;
  • Penso que funciona muito bem da forma actual;

sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Participantes. Avaliação da Campanha

Após os resultados da avaliação dos Coordenadores Regionais, segue-se a avaliação dos Participantes.
Participaram na campanha 5254 voluntários. A ficha de avaliação foi enviada aos Professores - que fizeram a avaliação na tipologia "Escolas" - aos participantes independentes e grupos (escuteiros, ONG e outras entidades) que estão incluidos na tipologia "Participantes" e aos Coordenadores Regionais.
Assim, para a avaliação do item "participantes" foram contabilizados como total 1131 participantes. Destes apenas entregaram a ficha de avaliação 43, isto é, 3,8%.

1 - É a 1ª vez que participa no Projecto Coastwatch?
43% respondeu participar na campanha 2008/09 pela 1ª vez.

2 - Se não, indique há quantos anos participa.
66,7% participa no projecto na classe 2 a 6 anos; 20,8% ≥ 12. 8,3% não especificaram o nº d eanos a que participam no projecto (NS/NR - não sabe/ Não Responde).
3 - Como teve conhecimento do Projecto Coastwatch?
31% tomou conhecimento do projecto através Coordenadores Regionais. Com igual percentagem foram assinaladas as opções: Escolas; Internet; Amigos/família - 11,9%.
21,4% naõ respondeu à questão.

4 - Como participou? Se participou em grupo, indique a tipologia

97,6% participou em grupo e 2,4 individualmente. Destes 47,6% participaram com com escolas; 19% com escuteiros, 16,7% associado a uma ONG.

5 - Indique a média de idades dos participantes
38,1% dos participantes tem uma idade inferior a 15 anos; 21,4% entre 15-20. O que demonstra o peso do envolvimento dos jovens no Projecto coastwatch.
Com mais de 30 anos participaram 9,5%.
6 - Como classifica o empenhamento dos participantes envolvidos no projecto?
59,5% dos participantes afirmou estar muito motivado - muito interessado - e 33,3% interessado. 4,8% afirmaram que o projecto lhe é indiferente.

7 - Desenvolveu actividades para a preparação e divulgação do projecto?
54,8% disse que desenvolveu actividades na preparação do projecto e 40,5% de divulgação.


Quanto à Tipologia das Actividades, quer de preparação quer de divulgação, os resultados são os seguintes:
Preparação: 91,3% Formação/Workshops
Divulgação: 52,9% internet (sites, blogues, etc.); 29,4% Jornais/folhetos/boletins. 11,8% respondeu dinamizar actividades de exposição e palestras.
Após a participação no projecto, sente-se mais sensibilizado para as questões da protecção do litoral?
95% disseram que sim e 5% afirmaram que não se sentem mais sensibilizados.

Sugestões para a próxima campanha:
  • Promoção de um encontro que envolva os participantes;
  • Investir nas reuniões técnicas: Convidar pessoas que saibam orientar sobre os vários aspectos do CW - questionario como: flora, fauna, geologia, litoral etc.;
  • Existir maior interajuda entre todos os escuteiros participantes e quiçá um encontro de fnalização de projecto com todos os escuteiros e apresentação dos resultados finais do processo;
  • Recolha de lixo nos locais de observação;
  • Alargar a outras turmas e/ou comunidade escolar (funcionários. Professores, encarregados de educação);
  • Facultar alguns guias de identificação de espécies. O questionário revela-se ser diferente em relação ao local das observações pois a zona litoral marinha diferencia-se bastante das zonas de águas interiores, nomeadamente no caso dos sapais.
  • Actualização do site, blog não chega maior intervalo para as maiores quantidades de residuos; introduzir no questionário uma ultima questão: "outros comentários" Envio da informação com mais antecedencia para poder introduzir atempadamente no plano de actividades do agrupamento 173;
  • Partilhar, apresentar resultados de diferentes grupos que monitorizaram blocos em contiguidade, trocar esperiências. Na medida em que o CW está altamente centrado na biodiversidade devemos procurar tb a dimensão do património tradicional que é uma mais valia das histórias, ocupações ribeirinhas, estuarinas e costeiras. Passaríamos assim a ter diversidade geofísica e patrimonial, cultural e social;
  • Desenvolver mais acções de formação; oferecer mais informação e formação, incidindo em particular nos aspectos mais geológicos da avaliação costeira (morfologia de costa, dinâmica costeira, tipos de sedimentos, tipos de dunas, ameaças às componentes geológicas da costa, etc.);
  • Linguagem mais acessível ou Workshps de esclarecimento acerca da linguagem científica utilizada

terça-feira, 30 de Junho de 2009

Avaliação da Campanha Coastwatch: Coordenadores

Em cada campanha é pedido aos Coordenadores Regionais, Participantes e Escolas que preencham uma ficha de avaliação. Esta inclui algumas perguntas e pedido de sugestões para as próximas campanhas Coastwatch.
Neste sentido serão divulgados os resultados das fichas de avaliação recebidas. Este 1º post reflecte a avaliação dos Coordenadores Regionais.
Este ano das respostas recebidas 34,3% foram de Escolas; 32,5 Coordenadores Regionais e 3,8% de Participantes.



1 - Há quantos anos é Coordenador Regional?
46,2% é coordenador entre 2 a 5 anos e 7,7% há mais de 11 anos.
2 - Qual o público-alvo aderente?
Mais de 50% são alunos dos diferentes ciclos de escolaridade. Agrupamentos de escu(o)teiros 14,3%. No item Outros - com 21,4% - estão incluídos os participantes independentes, membros de diversas entidades, etc...
3 -Desenvolveu actividades de Educação Ambiental (EA) para divulgação do projecto ?
85% dos Coordenadores Regionais desenvolveu actividades para a divulgação do projecto.

3.1. Em caso afirmativo que tipo de acções?

81,8% dos Coordenadores Regionais desenvolve actividades de Formação e/ou divulga pela Internet (27,3%).

3.2. Enquadra o projecto com outras actividades de educação e sensibilização ambiental?
Todos os coordenadores que responderam à Ficha de Avaliação da Campanha 2008/09 afirmaram enquadrar o projecto com outras actividade de Educação e Sensibilização Ambiental.

3.3 Recorre a parceiros na dinamização de actividades?
84,6% afirmaram recorrer a parceiros na dinamização das actividades. Em igual percentagem (27,3) a tipologia dos parceiros é predominantemente: Agrupamentos de Escuteiros; Escolas e Autarquias. 9,1% dos Coordenadores regionais desenvolve parcerias com ONG.

4 - Divulga os resultados?
76,9% dos Coordenadores regionais divulga os resultados da campanha.
4.1. Se sim indique a quem:
Todos os Coordenadores regionais divulgam os resultados para a População em geral. 60% à comunicação Social; 30% à Autarquia.
4.2. De que forma divulga os resultados?
50% utiliza a internet (Blogues, sites, newsletter, etc) para divulgação dos resultados. 30% organiza exposições e 10% seminários.
5 - Existem outras entidades que solicitam os dados do CW?
84% dos ccordenadores afirma não haver qualquer outra entidade que tenha solicitado os dados do projecto Coastwtch.
5.2. Há registos do seu uso para melhoria da situação actual?
31% afirmou haver registo do uso dos dados para melhoria da situação actual, 38% respondeu negativamente e 31% não respondeu.
6 - Sugestões para a próxima campanha.
Eis algumas da ssugestões assinaladas:
  • Aproveitar o interior dos inquéritos que sobrem e imprimir apenas a capa cada ano;
  • Seria pertinente realizar parcerias no arranque do projecto com grupos de escuteiros de ONG`s de cariz ambiental. A informação do projecto, bem como o protocolo de parceria GEOTA - Coordenador Regional deveriam ser enviados atempadamente (julho- Agosto) de forma a conseguir divulgar o projecto no inicio de setembro e inicia-lo em Outubro, como no Cronograma oficial do projecto;
  • Mais apoio e desafio á Coordenação a participar no seminário anual ( semana do ambiente);
  • informação pedagógica de apoio (fauna e flora);
  • continuidade do projecto.
A seguir será divulgada a avaliação dos participantes e das escolas.

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Avaliação do Seminário Coastwatch


O Seminário Coastwatch foi acreditado pelo Centro de Formação Professor Orlando Ribeiro com 1 crédito. Inscreveram-se 14 professores, publico aqui algumas das opiniôes dos respectivos professores no que toca a alguns dos itens do relatório de avaliação do formando:

Materiais de apoio/documentação

  • Todos os materiais de Apoio disponibilizados durante a conferência foram importantes na concepção deste trabalho e suficientes para os objectivos propostos inicialmente para as várias actividades.

  • Os materiais de apoio fornecidos foram suficientes.
  • Foram disponibilizados e fornecidos muita informação e em vários suportes, textos, panfletos, guias, boletins informativos, mapas e um CD-ROM, que facilitaram o conhecimento das áreas visitadas e dos temas apresentados e estudados.O material disponibilizado para a formação foi muito interessante, a disponibilidade e paciência dos vários intervenientes também me ajudaram a clarificar as dúvidas. Só tenho pena de que o meu tempo não tenha sido mais, para me permitir explorar tudo com maior profundidade.
  • Acho que nas sessões plenárias foi muito bom ver sempre os power point no grande ecrã. Por vezes falhou um pouco o som, pelo que tive dificuldade de entender tudo. Ter tudo disponível online, ajuda mesmo muito, se quisermos aprofundar ou relembrar o que aprendemos. Na Visita de Estudo ao parque ecológico gostei muito dos painéis com tanta informação. Como fizemos fotografias destes painéis, agora também posso ler isto, mais uma vez, com toda a calma em casa. No Workshop o material de apoio mais vivo era ter o contador de histórias e autores do livro do Zeca Garro connosco ao vivo e ouvir deles, pessoalmente, como se formou esta história exemplar.
  • Os materiais de apoio / documentação, os que foram distribuídos em suporte de papel foram suficientes tendo em conta que todo o material relativo ao Seminário está disponível em suporte informático na internet, com todas as vantagens inerentes (entre elas, o facto de sabermos que o desperdício de papel não contribui para a manutenção da biodiversidade).
  • Atendendo à complexidade da organização deste Seminário, considero que os materiais distribuídos foram satisfatórios, assim como toda a logística envolvente. Destaco, em particular, a amabilidade de todos os prelectores ao disponibilizarem no blog da Coastwatch as suas apresentações, muito úteis para a realização deste trabalho.
  • A organização forneceu aos participantes nesta acção de formação uma capa contendo um conjunto de materiais: um CD, um Boletim informativo, panfletos sobre o Porto Santo, Jardins da Ajuda, Ilhas Selvagens, Reserva Natural da Rocha do Navio, Garajau e Ilhas Desertas. Para além destas informações, os formandos tiveram acesso ao blog da GEOTA, onde é possível consultar os conteúdos das palestras, workshops, saídas de campo e fotografias do evento, que decorreu durante 3 dias.
  • Acho que foram apropriados, as apresentações foram expostas de forma clara e os materiais/informações disponibilizados no blog do Coastwatch

  • O Material de apoio e a documentação que nos foram fornecidos foram bons e úteis para quem queira aprofundar estas temáticas.
  • A documentação distribuída foi adequada no que respeita às temáticas abordadas nos painéis e conferências. Contudo, parece-me importante salientar que pecou pela inexistência de um guião para as visitas de estudo, que incidisse sobre a caracterização e/ou descrição científica dos elementos visionados. Nem que apenas fosse um conjunto de peças gráficas e/ou cartográficas soltas dada a diversidade daquela parte da ilha – cartas geológicas, topográficas,….

Satisfação das expectativas

  • Gostei imenso do Seminário, do dia “mais teórico” (30 de Abril) mas principalmente do Workshop em que participei (Turismo Sustentável e Biodiversidade) e do percurso 3 (Funchal - Santana – Pico das Pedras – Queimadas – Caldeirão Verde).Foi muito bom ao nível do enriquecimento pessoal com o aumento de conhecimentos e também conhecer e contactar com novas pessoas. Superou muito as minhas expectativas.

  • Os objectivos desta formação foram totalmente atingidos, uma vez que tive oportunidade de trocar ideias e experiências sobre o tema da Biodiversidade.
  • As expectativas foram largamente satisfeitas, e há momentos que ficarão para sempre na minha memória, que funcionarão no sentido do enriquecimento, na partilha de experiências a nível pessoal e profissional, em vários contextos.
  • As expectativas foram superadas, na medida em que todas as actividades contribuíram para o meu enriquecimento pessoal e profissional. As actividades realizadas no exterior como a “Observação de cetáceos” e “Na rota da diversidade…Pico das Pedras – Queimadas – Caldeirão Verde” foram as que de todas mais impressionaram, pela possibilidade que ofereceram de desfrutar “da natureza na natureza”, ainda tão preservada e de uma beleza estonteante.
  • Por tudo o que já escrevi, é mais que evidente que as minhas expectativas foram largamente superadas. Ao nível da organização do Seminário acho que a Dra. Lurdes Soares faz milagres com os poucos recursos que tem ao dispor
  • As minhas expectativas foram plenamente satisfeitas.
  • Fiquei muito satisfeita com o Seminário, absorvi muita informação que vou aplicar na escola ainda este ano e tenho ideias para aplicar nos próximos anos.
  • As expectativas foram superadas porque permitiram alargar os meus horizontes e ideais relativamente ao papel da Biodiversidade nos ecossistemas e a sua importância para a Humanidade.
  • A organização de mais este Seminário Nacional foi ao encontro das minhas expectativas, diria mesmo que foram claramente ultrapassadas. Não só no ponto de vista da qualidade – do enquadramento fito-diversidade e geográfico da abordagem científica e da pertinência didáctico-pedagógica, como do ponto de vista das paisagens da Madeira que permanecerão na minha memória a médio e a longo prazo
  • As expectativas eram muitas e fiquei agradavelmente surpreendida pelo leque de temas abordados de uma forma explícita e sucinta. É de sublinhar a pertinência dos workshops propostos, de suma importância para a preservação da Biodiversidade da Ilha da Madeira.

Sugestões para próximas realizações

  • A única sugestão que deixo é continuarem a realizar acções sobre temas tão em destaque nos nossos dias, tais como: Aquecimento Global, Alterações Climáticas e Energias Alternativas.
  • Não há sugestões a fazer para as próximas realizações, apenas que se mantenha a qualidade desta e das anteriores realizações.
  • Como sugestão considero que se deveria fazer campanhas de divulgação e/ou de informação do Coastwatch mais “agressivas” para tentar alagar e cativar um maior número de participantes ao longo de todo o território nacional, quer junto das escolas e Ministério da Educação, quer junto das Câmaras Municipais. Por outro lado, alargar e dar continuidade a este tipo de eventos nas restantes ilhas do arquipélago e/ou no Arquipélago dos Açores.
  • A sugestão que faço é para que em próximos Seminários sejam convidados grupos de alunos, escuteiros ou outros jovens para contarem as suas experiências como participantes no Projecto Coastwatch. No próximo ano os “20 anos a olhar pelo litoral” devem merecer um “presente” dos governantes de modo que se possa fazer um Seminário memorável.

  • Um Olhar sobre o Litoral Madeirense e sua Repercussão Turística; Aspectos Geológicos da Ilha do Porto Santo; Exploração Sustentada das Potencialidades da Biosfera; Impactos Humanos a Nível Global.

Conclusão/apreciação global

  • A realização do Seminário Nacional Coastwatch, na Ilha da Madeira, acabou por se transformar numa participação bastante aprazível, que juntou o trabalho ao lazer de uma forma harmoniosa e muito enriquecedora.

  • Globalmente, considero que a realização deste Seminário Nacional no Funchal, constituiu uma mais valia profissional para futuras abordagens curriculares e no Coastwtch, pelo impacto positivo que produziu na construção conhecimento do território nacional, pela oportunidade de aprender e aprofundar os meus conhecimentos sobre a biodiversidade do litoral da RAM e, em particular, sobre a Ilha da Madeira.
  • Penso que os objectivos da acção terão sido globalmente atingidos. Considerei pertinentes e adequadamente tratados, tanto os temas como as metodologias e os conteúdos abordados. A acção foi bem sucedida, no formato em que decorreu, obedecendo a uma adequada gestão por parte dos formadores. Desenvolveu-se numa perspectiva de formação em que a aplicação dos saberes, aliada a uma adequada dinâmica pedagógica, promoveu o debate e a troca de experiências e saberes, o que constituiu um verdadeiro enriquecimento para mim, com claras implicações na vida quotidiana da Escola
  • Agora falta só transmitir o aprendido à geração mais nova...
  • Gostei da dinâmica do Seminário, dos temas abordados e da forma como tudo estava organizado. Acho que foi uma mais-valia na minha formação. Gostei ainda da forma simpática como fomos acolhidos pela Coordenadora.

  • Penso que os objectivos da acção terão sido globalmente atingidos. Considerei pertinentes e adequadamente tratados, tanto os temas como as metodologias e os conteúdos abordados. A reflexão e o debate promovidos, constituíram para a minha prática docente uma mais valia. As estratégias utilizadas ao longo das diferentes sessões pareceram-me terem sido adequadas tanto em termos de selecção como de implementação, com o necessário equilíbrio entre a componente prática e a teórica. Quanto aos meios utilizados, considerou-se a sua utilização adequada ao bom desempenho global da acção. Desta forma, globalmente, considerei que a acção foi bem sucedida, no formato em que decorreu, obedecendo a uma adequada gestão. Desenvolveu-se numa perspectiva de Projecto Coastwatch Europe 2009.
  • formação aliada a uma adequada dinâmica pedagógica, promovendo o debate e a troca de experiências e saberes, constituiu um verdadeiro enriquecimento para mim, com claras implicações na vida quotidiana da minha prática lectiva.
  • Considero bastante positivo o balanço desta acção de Formação.
  • Pretendo frequentar outras acções desta natureza, com o objectivo de aprofundar os conhecimentos e trocar experiências.
  • Mais uma vez valeu a pena participar no Seminário que é o coroar de toda a Campanha Coastwatch. Todas as comunicações e actividades tiveram grande qualidade contribuindo para a valorização pessoal e profissional de todos os participantes.
  • Citando o Prof. Dr Raimundo Quintal, “é possível termos oásis”. Torna-se imperioso formar técnicos e especialistas que denunciem os atentados ambientais e combatam as influências negativas do Homem sobre a natureza. Representando apenas 1% da superfície total portuguesa, a Madeira, apesar da sua reduzida dimensão, é muito rica em diversidade de seres vivos. Muitos destes seres vivos são exclusivos deste território, ou seja, no estado natural só existem na Madeira e em mais nenhuma parte do Mundo. Perante estes dados, todos nós temos a obrigação de transmitir aos nossos jovens a importância da biodiversidade e da sua preservação. Queremos que não só a Madeira, não só Portugal mas sim toda a Biosfera seja um autêntico oásis. Pode ser uma utopia, mas quem sabe?...

  • Muito mais haveria para dizer sobre os conteúdos e qualidade científica das intervenções dos palestrantes, que considero notável, da elevada qualidade das instalações da Universidade da Madeira onde decorreram as palestras, da qualidade e eficiência do planeamento de todo este processo relacionado com a Campanha Coastwatch e ainda da bela, agitada e próspera cidade do Funchal. Centrei-me, no entanto, nos temas que mais interesse me despertaram e sobre os quais de alguma forma me debrucei posteriormente. Foi uma acção de formação enriquecedora a nível profissional e pessoal e esta experiência nunca teria tido o mesmo resultado, caso me tivesse deslocado à Madeira simplesmente com objectivos turísticos. O projecto Coastwatch tem-se revelado através das suas campanhas anuais, uma excelente oportunidade de desenvolvimento pessoal, pelas diversas oportunidades que oferece de pesquisa bibliográfica, de trabalho de campo, de contactos a nível profissional, de alargamento de horizontes não só físicos mas também culturais e até mesmo de oportunidades de lazer e saudável convívio (o passeio de barco para observação de cetáceos, foi disso um bom exemplo). O balanço de todo este processo é francamente positivo, quer a nível de enriquecimento pessoal enquanto docente de Geografia, quer por promover a Educação Ambiental na Escola, pelo que pretendo continuar a divulgá-lo através da disciplina leccionada. Para terminar, sugiro que este tipo de formação contínua seja assunto a ter seriamente em conta por parte da tutela (ME), que possa ser subsidiada e que a sua frequência seja considerada como equiparada a actividade lectiva. Não se compreende que contributos profissionais desta natureza, com repercussões tão positivas no desempenho profissional dos professores, possam ser reconhecidos através da atribuição de apenas um crédito e implicando ainda maior carga horária nas semanas anteriores ou posteriores à sua realização.
  • A formação superou as minhas expectativas, pois tive a oportunidade de ficar a conhecer os resultados da Campanha Coastwatch 2008/2009, de partilhar experiências sobre a importância da conservação da biodiversidade, conhecer o que se tem feito no meu Arquipélago no que diz respeito às Reservas Naturais (Reserva Natural Parcial do Garajau, Reserva Natural das Ilhas Desertas, Reserva Natural da Rocha do Navío) de conhecer o Oásis do jardim do Hotel Resort Vila Porto Mare e conhecer o Caldeirão Verde que é um paraíso no meio da Laurissilva da Ilha da Madeira.
  • A importância da biodiversidade para um ambiente saudável está a tornar-se uma noção cada vez mais clara. Nós aprendemos que o futuro bem-estar de toda a humanidade depende da forma como "administrarmos" a Terra. Quando exploramos desenfreadamente os recursos vivos, estamos a ameaçar a nossa própria sobrevivência. Quanto mais rica é a diversidade biológica, maior é a oportunidade para descobertas no âmbito da medicina, da alimentação, do desenvolvimento económico. O Homem tem o dever moral de proteger outras formas de vida, como espécie dominante no Planeta. Se cada um de nós der nem que seja um pequeno contributo teremos um Mundo bem melhor!
  • Enquanto indíviduo é importante ter consciência do papel que cada ser tem no ecossistema global e do seu direito a sobreviver naturalmente, da dependência da nossa espécie dos recursos naturais do Planeta e do facto de sermos apenas uma espécie entre milhões de outras conhecidas e por conhecer (sendo que estamos longe de ser a mais influente). Em suma, considero o balanço geral da formação bastante posistivo, pela pertinência das temáticas abordadas nas palestras, a sessão de trabalho mais prácticco no workshop e na saída de campo. A vontade de continuar a fazer parte do grupo de trabalho do Coastwatch na Região Autónoma da Madeira ficou acrescida. A descoberta de novas formas de pensar e relectir acerca da Biodiversidade vai permitir que consiga transmitir, os meus alunos, colegas e público em geral, através de estratégias diversificadas, a importância que a conservação da biodiversidade tem para a nossa prória sobrevivência enquanto espécie da Ecosfera terrestre.

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental

Decorreu ontem, no Auditório 1 da FCSH, a apresentação do livro
"Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental".
Enquanto autora gostaria de agradecer:
- À FCSH e em especial à Profª Drª Iva Pires por ter acolhido e apoiado este projecto;
- Ao Presidente do GEOTA - Joanaz de Melo;
- Ao Professor João Craveiro;
- De uma forma muito especial ao Carlos Costa, cujo apoio e motivação foram essenciais para a concretização do livro;
- À Designer, Maria Freitas sempre incansável para que o resultado do livro fosse o melhor.
- Aos que estiveram presentes e aos que gostariam de ter estado mas não puderam: amigos, colegas e outros participantes.
- Ao Alexandre Gandum que amavelmente fotografou o evento e autorizou a divulgação das fotos aqui expostas.
(ver notícia no seu blogue)
A todos o meu obrigada!
Lurdes Soares
A mesa
O Presidente Joanaz de Melo que falou o sobre Participação pública
O professor Dr. João Craveiro que falou sobre Percepção de Risco.
Professor Dr. Carlos Costa, coordenador do livro e a autora - Lurdes Soares.
A autora a fazer os agradecimentos...
Sessão de autógrafos

O livro...
O Prefácio:

O litoral foi sempre zona de conflito.

Desde logo, conflito primordial, entre a terra e o mar, num labor incessante de construção/desconstrução do modelado costeiro, fabricante de paisagens dinâmicas que o Homem desde muito cedo teimou em habitar. Porque a Ecologia Humana se iniciou pela apreensão racional dos benefícios que os ecossistemas lhe poderiam trazer, não obstante os riscos.

E os ecossistemas costeiros são, de longe, aqueles que fornecem à humanidade os recursos mais ricos e diversificados, e que lhe permitiram, primeiro garantir a subsistência e depois progredir para formas civilizacionais mais avançadas. Porque as sociedades dominantes na espécie humana tiveram sempre uma profunda relação com o litoral. Não obstante as antigas civilizações terem nascido em redor de grandes rios (o Crescente Fértil, Egipto, China), foi assim com Atenas e Roma, e antes deles, os Fenícios. Foi assim também com os portugueses e espanhóis na época dos descobrimentos, e antes deles, os vikings e depois deles, os ingleses, franceses e holandeses, no controlo pelo domínio dos oceanos.

É por isso que o litoral será sempre objecto de controvérsia. Agora que ganhou um novo estatuto – cultural - onde valores como a preservação ambiental e o direito ao usufruto de uma paisagem tão natural quanto possível, consolidaram posições nas últimas décadas, a controvérsia é ainda maior porque, os defensores dos novos valores têm de lutar contra os interesses instalados, individuais e colectivos. Em particular, os interesses das instituições públicas ou privadas que se organizaram em torno do desenvolvimento de actividades económicas de primeira linha, sejam elas as pescas, os portos e, mais recentemente, a construção e o turismo.

E é aqui que entra a necessidade de criar formas de intervenção que visem disciplinar o uso e a ocupação do litoral. Intervenção do poder público, naturalmente, mas com a criação de órgãos – os Conselhos do Litoral - que permitam a participação das populações e dos diversos “actores” relevantes (incluindo organizações não governamentais representativas) nas decisões que lhe dizem respeito. Porque o contrário de intervenção é esperar que seja o “mercado” a promover o desenvolvimento económico e social, entendido como o crescimento do PIB ou o aumento de receitas, indicadores que podem ser importantes para determinados grupos económicos e sociais mas que, em sociedades menos igualitárias, não reflectem a ausência de benefícios para os mais desfavorecidos.

Em muitos países – com destaque para os “ditos do Terceiro Mundo” - o acentuado crescimento demográfico nas zonas costeiras, sem a respectiva contrapartida de investimentos no domínio público, criou cenários de exclusão social para a maioria da população, frequentemente privada de habitação condigna e saneamento básico, para não falar em serviços de saúde e educação. De facto, o desenvolvimento económico sem regulação, para além de contribuir para a degradação dos ecossistemas, em regra ignora a promoção dos direitos básicos e a construção da cidadania. O verdadeiro desenvolvimento requer que se removam as principais fontes de privação de cidadania: pobreza e arbitrariedade dos poderes políticos, ausência de oportunidades económicas para os mais desfavorecidos e negligência dos serviços públicos.

É verdade que a participação pública, particularmente no contexto da gestão das zonas costeiras, se caracteriza por privilegiar uma perspectiva antropocêntrica (em detrimento de uma visão ecocêntrica). Mais do que isso: ela é, quase sempre, egocêntrica, porque o “ambiente global” é uma abstracção – não se experimenta. Mas não há outra forma de construir cidadania. Em países onde este processo já fez um caminho mais longo os resultados estão à vista: sociedades democráticas mais fortes, cidadãos mais esclarecidos e participativos, ambientes mais protegidos. Em suma, a democracia deliberativa, em que os cidadãos e os seus representantes tentam encontrar as soluções para os seus conflitos através de um processo de cooperação justo, que não podem razoavelmente rejeitar.

Carlos Costa

O resumo:

O envolvimento dos cidadãos com vista a assegurar influência nos processos de decisão é, efectivamente, um processo essencial numa sociedade desenvolvida; mas, como qualquer mudança, gera sempre resistência.

Em Portugal, apesar de podermos falar em sinais de mudança, assiste-se, nalguns casos a uma inércia do cidadão em muitos processos. Outros há, em que a manifestação perante determinada situação não poderá ser enquadrada num verdadeiro exercício de cidadania por ser fruto da defesa de interesses particulares e, desse modo, ser mais reactiva que pró-activa. Porém, em qualquer análise do percurso da participação pública em Portugal não pode ser esquecido os cinquenta anos de autoritarismo do regime político anterior que não deixam de se fazer sentir nesta lenta consolidação de uma democracia participativa.

Assim, se é verdade que até há bem pouco tempo eram válidos os pontos de vista de que a sociedade portuguesa mantém sinais claros de um défice de participação cívica (Cabral, 2000), conservando-se, por outro lado, entre as autoridades locais e centrais, uma tendência marcadamente centralista, pouco aberta à interacção com os cidadãos (Vasconcelos, 2001), também é verdade que este cenário, por força das contingências políticas, socio-económicas ou até mesmo culturais, dá sinais de uma evolução positiva.

Desde a década de 70 até aos nossos dias muito trabalho foi desenvolvido. Foram criadas as estruturas legais à escala nacional e europeia – sem duvida que a entrada de Portugal na União Europeia foi uma forte alavanca no processo de participação pública – assim como métodos de participação para que o cidadão se manifeste e dê os seus contributos nos processos de decisão que directamente lhe dizem respeito.

Do conjunto de medidas tomadas em prol da participação pública a Convenção de Aarhus foi, sem sombra de dúvida, um importante instrumento, na medida em que veio introduzir uma série de legislação de apoio ao cidadão e “obrigar” os responsáveis de cada país a desenvolverem medidas com este fim. As directrizes incluídas neste documento são um forte contributo para uma tomada de consciência dos diferentes actores sociais, relativamente aos papéis que cabe a cada um desempenhar na promoção do desenvolvimento sustentável.

Na análise da participação pública dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC), por exemplo, é possível observar a evolução da participação dos cidadãos nos processos de decisão. Se, com rigor, não se pode deixar de afirmar que a participação é fortemente cingida a interesses particulares, nomeadamente ao nível dos apoios de praia, também é verdade que desde o POOC de Caminha – Espinho, até ao de Vilamoura -Vila Real de Santo António, houve uma evolução positiva no envolvimento dos cidadãos, em número e na forma de participação.

O estudo de caso – o Projecto Coastwatch – consolida a ideia de que os projectos de educação ambiental são um forte contributo para sensibilizar e desenvolver práticas de cidadania. As potencialidades do Coastwatch têm sido aproveitadas por diversas entidades que usam o projecto como forma de pôr em prática princípios que conduzem os participantes a participar activamente na temática do ordenamento do território em áreas costeiras. Com dezoito anos de existência, ao atingir “a maioridade”, o projecto conseguiu reestruturar-se e alargar fronteiras, num primeiro momento, até ao Brasil e em breve para outros países de expressão lusófona, como Cabo Verde, Angola e Moçambique, comprovando as potencialidades do projecto como difusor da cidadania ambiental e das práticas de participação.

Preçário:

Não associados: 17,50€ | Associados: 15,0€ (inclui portes de envio)

*Despesas de envio incluídas para Portugal (consulte-nos para outros países).

Condições especiais na sede do GEOTA ou venda directa em eventos:

  • Não associados: 15€ | Associados: 12,50
  • Aquisição acima de 10 exemplares 30% desconto

Para mais informações, s.f.f. contactar o secretariado do GEOTA:

  • E-mail: geota.sec@netcabo.pt | Tel: 21 395 61 20 | Fax: 21 395 53 16
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  • Endereço: Travessa do Moinho de Vento, nº 17, Cv. Dta.1200- 727 Lisboa

NOTA: Por favor indique sempre os dados de facturação:

Nome e Nº de contribuinte (em caso de envio pelos CTT por favor mencione a morada correcta)

Para outras informações contactar a autora: lurdesmariasoares@gmail.com

terça-feira, 16 de Junho de 2009

Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental

A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e GEOTA têm o prazer de convidar V. Ex.ª para assistir ao lançamento do livro Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental, de Lurdes Soares, que decorre no dia 23 de Junho às 17 horas. Este livro, que resulta directamente da elaboração da dissertação para obtenção do grau de Mestre em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos, desenvolvida pela autora, fundamenta-se essencialmente na sua experiência enquanto coordenadora do projecto Coastwatch Europe, cuja execução em Portugal é da responsabilidade do GEOTA desde 1989.
A apresentação do livro será precedida por uma sessão na qual serão discutidos temas relacionados com a temática da gestão do litoral e participação pública.
Local: Auditório 1, Torre A, Faculdade se Ciências Sociais e Humanas, Avenida de Berna, Lisboa
Programa:
Moderadora: Iva Pires - FCSH (coordenadora do Mestrado em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos)
Carlos Costa - Coordenador do livro "Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental"
Joanaz de Melo - Presidente do GEOTA "Participação Pública em Processos de Decisão"
João Lucas Craveiro - FCSH/LNEC "Percepção de Risco"
Lurdes Soares - Autora do livro "Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental"

Preçário:

Preço do dia de Lançamento: 10 euros

Não associados: 17,50€ | Associados: 15,0€ (inclui portes de envio)

*Despesas de envio incluídas para Portugal (consulte-nos para outros países).

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segunda-feira, 15 de Junho de 2009

O Olhar do Agrupamento 554/Olhão sobre o Coastwatch

Aqui fica o testemunho do Agrupamneto 554/Olhão da sua experiência de participação na campanha 2008/09

Técnica simples: O pico de baixa-mar, ocorrido por volta das 14:30, deu-nos oportunidade para medir a extensão média da maré, bem como para definirmos as diversas zonas: subtidal, intertidal e supratidal.

Poluição (resultante da humanização do habitat natural)
MORRAÇA Spartina Maritima (SECA):
Poluição (já integrada no próprio habitat):
Lixeira (electrodomésticos):
Consequências nefastas da poluição:
Piquenique nas Dunas? Ou uma maneira bem portuguesa de aproveitar a poluição?
CARDO-MARÍTIMO Ergyngium Maritimum (SECO) E um exemplo dos vários tipos de resíduos existentes na nossa ria:
A água convida a banhos...Mesmo em Dezembro:
Maré Baixa (um deserto):
Momentos de alegria... a natureza assim convida, a desfrutar a sua beleza:
Relatório
Foi no dia 6 de Dezembro de 2008 que o Grupo Pioneiro do Agrupamento 554 - Olhão se juntou para a actividade Coastwatch.
Saímos de Olhão em direcção à Ilha da Armona (NUT 150; Bloco 94: (Armona Ria), com muitos outros “turistas” pelas 12:00, na carreira regular para esta Ilha, inserida em pleno Parque Natural da Ria Formosa, mas também uma estância balnear bastante frequentada.
E como não podia deixar de ser, antes de uma viagem prolongada pelas areias da praia, tínhamos de alimentar o corpo.
Assim chegámos e, depois de termos feito uma avaliação prévia do território que tínhamos de abranger pelas nossas pesquisas e de investigarmos alguns dos riscos corridos pela Ilha, ocupámos a esplanada, cortesia de um café local, para tirarmos dos nossos farnéis e começarmos a almoçar. Foi já assim reconfortados que começámos a nossa viagem pela Ilha da Armona.
O pico de baixa-mar, ocorrido por volta das 14:30, deu-nos oportunidade para medir a extensão média da maré, bem como para definirmos as diversas zonas: subtidal, intertidal e supratidal.
Estes níveis serviram-nos de guia para a nossa análise posterior das diversas zonas por grupos, cada qual com uma missão bem específica: desde verificar a existência de “monstros domésticos” e pneus de carros até animais, vivos ou mortos, e outros tipos de agentes poluentes.
Ao longo do nosso percurso pela praia fomos investigando a fauna e flora existentes, quer espécimes como a cegonha-branca, a Gaivota, a Andorinha-do-mar comum, as Estrelas-do-mar e os Caranguejos, como também as algas na linha de maré.
O último passo foi avaliar o nível de poluição da costa, ou seja, se existiam aves cheias de petróleo tanto vivas como mortas e se existia entulhos ou lixo doméstico na ilha.
Finalmente, regressámos à ria depois de uma breve visita à costa, através das dunas, algumas das quais ainda (felizmente) virgens da Ilha, aproveitando também, no meio de muita diversão, para comentar a excessiva urbanização da mesma Ilha. Regressámos então a Olhão, num barco que veio muito cheio mas foi quase vazio (sinal de fim-de-semana prolongado), pelas 17:30.
Grupo de Pioneiros Agrupamento 554/Olhão
O Chefes: Marcelina Ramos; Ingride Ramos
O Candidato a Dirigente: Bruno Alexandre
O Pioneiros: João Ramos, Daniel Cristina, Andreia Rodrigues, Jessica Casimiro

Dia Mundial do Ambiente

No dia 5 de Junho o GEOTA, em parceria com o Padrão dos Descobrimentos, dinamizou as actividades de educação ambiental para os mais pequenos com a história "Há vida neste Rio!"
A história do Rato Ratinho que sai de um livro para percorrer o Rio Tejo encantou os dois grupos de crianças (um de manhã e outro de tarde)
Como sempre a imaginação das crianças não tem limites e os trabalhos finais, com diferentes tipos de resíduos, funcionaram como um excelente painel de sensibilização e cidadania.

sábado, 6 de Junho de 2009

"Alagoas de Olho no Litoral"

Eis o testemunho do Marco Lyra, coordenador do Coastwatch Alagoas:
"Dos 21 municípios que iriam participar da Campanha na Semana do Meio Ambiente, apenas 8 não conseguiram faze-la nesse período, entretanto, até o início de julho todos terão concluído a sua respectiva Campanha.
Estas são as primeiras fotos do coastwatch Brasil, foram tiradas no município de Barra de Santo Antônio que fica à 42 km de Maceió. Participaram nesse município 80 voluntários."

Mutirão de limpeza no Rio Potengi

Imagem daqui

O conteúdo deste post é da responsabilidade da sua autora: Marta Fernandes Melchiors

Texto enviado por Rosimeire Dantas
ONG NAVIMA realiza mutirão de limpeza no Rio Potengi
No próximo domingo, dia 31 de maio, Semana do Meio Ambiente 2009, a Organização Não Governamental - NAVIMA (Nature Viva Mangue) - realizará um mutirão de limpeza no Rio Potengi, denominado “Mutirão Garça Azul”, para chamar a atenção da população para a necessidade de despoluir esse importante Rio do RN.
A presidente da NAVIMA, a bióloga Rosimeire Dantas, representantes da Marinha do Brasil, Corpo de Bombeiros, Polícia Ambiental e Colônia dos Pescadores de Macaíba, vão partir às 8h da Ponte de Macaíba, para percorrer o Rio Potengi até à boca da barra.
“O objetivo do ato é conscientizar os cidadãos quanto à importância de preservar o Rio Potengi que está ameaçado de morrer, devido à grande quantidade de lixo despejado todos os dias”, explicou a bióloga Rosimeire Dantas. “É também uma forma de sensibilizar a população para não jogar lixo no Rio, que prejudica moradores e pescadores. Esse Rio é o mais importante do RN, mais rico em biodiversidade e que sustenta grande parte das colônias de pescadores do estado”, completou.
O nome “Mutirão Garça Azul” é uma referência à ave símbolo da NAVIMA, entidade que foi criada há dois anos e que desde então luta para despoluir o Rio Potengi. Mais informações sobre a ONG NAVIMA acesse o site: http://www.navima.org/
Obs.: A bióloga Rosimeire Dantas é a coordenadora do plantio de reflorestamento da Mata Atlântica da Base Aérea de Natal (BANT). Este trabalho da Assessoria de Imprensa da BANT para a NAVIMA é voluntário.
Assessoria de Imprensa da BANT
Marta Fernandes Melchiors
(Suboficial/ Jornalista)
Fones: 4008-7513 / 9963-9000

quarta-feira, 3 de Junho de 2009

I Campanha Coastwatch Alagoas 2009


A primeira campanha Coastwatch Alagoas está em pleno. Valeu a pena!

segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Nazaré - Exposição fotográfica "O litoral degradado"

No dia 27-05-2009 o Coastwatch vai estar na Exposição fotográfica, patente no Cine-Teatro da Nazaré e no IPTM e que aborda diversas ameaças ambientais sobre o litoral português.
mais informações em http://www.cm-nazare.pt/

Conclusões do Seminário Coastwatch “Um Olhar sobre a Biodiversidade”

No seminário Coastwatch que se realizou de 30 de Abril a 2 de Maio no Funchal a tónica da biodiversidade esteve sempre patente, assim como as questões relacionadas com a educação e cidadania ambiental e o seu contributo na preservação da biodiversidade - tema da 19ª campanha e do seminário.
· Da apresentação do Coastwatch Nacional a salientar o envolvimento dos mais de 5000 participantes no projecto e a sensibilização em torno da biodiversidade de cada tipo de ecossistema monitorizado ao longo do país. O facto de as escolas, enquanto entidades, continuarem a dinamizar o projecto, recorrendo aos conteúdos do questionário para leccionarem as diferentes áreas disciplinares é uma mais-valia para a sensibilização, educação e cidadania ambiental, nomeadamente no que respeita às questões de perda de biodiversidade;
· A Educação Ambiental assume um papel fundamental no despertar da consciência ambiental dos cidadãos. Permite desenvolver competências essenciais para o exercício de uma cidadania responsável, em públicos diversos e em diferentes contextos de aprendizagem, constituindo uma linha de acção, de importância estratégica, para um desenvolvimento sustentável. A Câmara Municipal do Funchal promove, desde há 15 anos, múltiplas acções de informação/sensibilização ambiental, tentando abranger um público-alvo diversificado, nomeadamente, comunidade escolar, moradores de complexos habitacionais camarários, comércio e serviços, unidades hoteleiras, condomínios e população em geral. Destaque-se, neste âmbito, o trabalho da autarquia, pelo 5º ano consecutivo, na coordenação a nível local da campanha Coastwatch Europe. O trabalho desenvolvido pela autarquia em parceria com algumas das escolas do Concelho foi realçado pela Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, através do testemunho do professor José Manuel Silva;
· Tendo em conta que a biodiversidade se encontra presente em campos bem distintos, as diferentes comunicações, proferidas pelos diversos oradores, procuraram demonstrar os seus contributos para a preservação, sensibilização e investigação da biodiversidade;
· A floresta Laurissilva, classificada como Reserva Biogenética do Conselho da Europa, Zona Especial de Conservação da Rede Natura 2000 e Património Natural Mundial da UNESCO, foi focada como um exemplo de biodiversidade a conhecer e preservar;
· Sobre a biodiversidade ficamos a saber que esta proporciona bens de uso directo e é fonte inesgotável de inovação: Enquanto património natural; a Biodiversidade é fonte de valores estéticos, espirituais, culturais e recreacionais. A Biodiversidade é o suporte de serviços do ecossistema cujo valor – indirecto – é inestimável - Produtividade primária, ciclos de nutrientes, formação de solo, polinização, depuração da água, regulação climática, controlo de doenças, … é de facto algo com que temos que nos preocupar em proteger e conservar.
. Os diferentes workshops dinamizados e as visitas efectuadas permitiram conhecer, debater e questionar os diferentes aspectos das variadíssimas formas em que a biodiversidade se manifesta.
· Mais uma vez se provou que o projecto Coastwatch, num todo, e o seminário em particular são uma excelente ferramenta de formação, educação e sensibilização ambiental e cidadania.
Fotos soltas do Seminário Coastwatch

quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental

Convite:
Lançamento do livro: Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental

A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e o GEOTA - Grupo de Estudos d eOrdenamento do Território e Ambiente têm o prazer de convidar V. Ex.ª para assistir ao lançamento do livro Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental, de Lurdes Soares, que decorre no dia 23 de Junho às 17 horas.
Este livro, que resulta directamente da elaboração da dissertação para obtenção do grau de Mestre em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos, desenvolvida pela autora, fundamenta-se essencialmente na sua experiência enquanto coordenadora do projecto Coastwatch Europe, cuja execução em Portugal é da responsabilidade do GEOTA desde 1989.
A apresentação do livro será precedida por uma sessão na qual serão discutidos temas relacionados com a temática da gestão do litoral e participação pública.
Local: Auditório 1, Torre A, Faculdade se Ciências Sociais e Humanas, Avenida de Berna, Lisboa

terça-feira, 19 de Maio de 2009

Coastwatch Alagoas - Brasil

Eis o primeiro resultado do Coastwatch Expressão Lusófona: Coastwatch Alagoas. Em primeiro lugar, parabéns ao Marco Lyra. As minhas palavras de reconhecimento vão para o seu esforço e empenho. Obrigada Marco!
Deixo-vos agora com o testemunho do Marco Lyra:


"A realização da Campanha será da responsabilidade da ONG ATA - Amigos da Terra e da Água e da SEE - Secretaria Estadual de Educação e do Esporte de Alagoas. Para nós aqui uma divulgação no Blog de vocês nos ajudaria muito na divulgação da Campanha. Conseguimos o apoio da AMA - Associação dos Municípios Alagoanos, SEMARH - Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, IMA - Instituto do Meio Ambiente, IBAMA-AL, UFAL - Universidade Federal de Alagoas, e Prefeituras do Interior. O cronograma de atividades da Campanha é o seguinte:
Dia 03/06/2009 - Litoral Centro - municípios da Região Metropolitana de Maceió
Dia 04/06/2009 - Litoral Norte - municípios do litoral norte
Dia 05/06/2009 - Litoral Sul - municípios do litorla sul
Os municípios envolvidos na Campanha são 21 no total, e a extensão total do levantamento que será realizado é de 90 km. Faremos um Seminário em Agosto/2009 para fechamento do Relatório da Campanha 2009 e outro em 02/10/2009 para divulgação oficial do resultado da Campanha.


Foto 01 – Abertura do Seminário feita pelo Vice-Prefeito de Penedo. Da esquerda para direita Susana Cabral - Coordenadora Regional de Ensino da SEE, Maria Geilma Rodrigues – Secretaria de Meio Ambiente de Piaçabuçu, Ronaldo Vicente dos Santos – Secretário de Educação de Penedo, Israel Ramires Saldanha Neto – Vice-Prefeito de Penedo, Marco Lyra – Presidente da ONG ATA – Amigos da Terra e da Água, Luiz Carlos Galindo – Secretário de Planejamento de Penedo.

Foto 02 – Marco Lyra – Presidente da ATA apresenta para autoridades e representantes dos municípios do litoral sul de Alagoas como será a Campanha Coastwatch Alagoas 2009.

Foto 03 – Apresentação da Campanha Coastwatch Alagoas 2009 aos coordenadores dos municípios do litoral sul.

Marco vá enviando fotos e outros testemunhos que divulgaremos por aqui.

Força e bom trabalho!

domingo, 17 de Maio de 2009

Televisão francesa filma Coastwatch

A jornalista Aurélie Legrand, da televisão francesa, está em Portugal a fazer um trabalho sobre erosão costeira. Tendo conhecimento do projecto Coastwatch quis fazer uma simulação das actividades desenvolvidas no âmbito do projecto.
Assim, alguns voluntários foram até à praia de S. João da Caparica monitorizaram 500m de costa e recolheram resíduos ali trazidos pela maré.

Observação da flora. As infestantes (Chorão e acácias) a predominar. Foto: Isabel Duarte
O que resta da vegetação da duna... infestantes a predominar. Foto: Nuno Maltez
A biodiversidade a ocupar a intervenção do homem. Foto: Nuno Maltez
O Presidente do GEOTA (Jonaz de Melo) a Jornalista (Aurelie Legrand) e a Coordenadora Nacional (Lurdes Soares). Foto: Nuno Maltez Foto: Isabel Duarte
Explicações aos voluntários...Foto: Nuno Maltez
A Diana Henriques a faalr na sua experiência enquanto voluntária Coastwatch. Foto: Lurdes Soares Foto: Isabel Duarte
Foto: Lurdes Soares

Apanha de lixo: Foto Isabel Duarte

Foto: Lurdes Soares
Foto: Isabel Duarte
Foto: Isabel Duarte
A Keiko, japonesa a residir em Portugal há alguns anos, fez a seguinte observação: em 20 minutos apanhámos um saco de lixo se, em todo mundo, as pessoas se juntassem 20m para apanhar lixo o planeta seria um lugar mais limpo. Terminou dizendo "não voltarei a ir passear à praia sem levar um saco. A partir de hoje vou tirar um tempo para ir passear à Fonte da Telha e apanhar 20m de lixo".
Aceitemos o desafio...

A equipa de voluntários. Foto: Lurdes Soares

Obrigada: Diana, Filipa, Keiko, Rita, Margarida, Isabel, João e Nuno.

quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Estratégia Nacional para a Gestão Integradada da Zona Costeira

Sessões Públicas da Estratégia Nacional para a Gestão Integrada da Zona Costeira - Consulta Pública .
A consulta pública da Estratégia Nacional para a Gestão Integrada da Zona Costeira decorre entre 14 de Abril de 2009 e 5 de Junho de 2009 estando a respectiva documentação disponível no sitio da Internet do INAG ou em http://engizc.inag.pt/.
A primeira sessão, realiza-se na FEUP, a 18 de Maio de 2009, na sala B 032 (edifício onde se localiza a entrada principal), pelas 15h.
O tema principal será o “Risco e Defesa Costeira”. A apresentação da Estratégia estará a cargo da arquitecta Ana Barroco.
Os Prof. F. Veloso Gomes (FEUP), A. Trigo Teixeira (IST) e Conceição Freitas (FCUL) introduzirão questões para o debate.
A segunda sessão decorre no dia 27 de Maio às 10h no Complexo Pedagógico do Campus da Penha, Universidade do Algarve, Faro e tem como tema " Turismo e usos da zona costeira".
A terceira sessão decorre no dia 3 de Junho às 10h no Instituto da Água, em Lisboa e a temática é o "Modelo de Governança".
A participação Pública é um dever e um direito cívico. Participe!

terça-feira, 12 de Maio de 2009

Espaço exposição...

Este foi o espaço dedicado à exposição e ao "café com biscoitos".
Aqui também alguns dos posters apresentados; cliquem para aumentar a imagem .
Poster: Coastwatch Nacional

Poster: AAMARG

Poster: Azórica

Poster: Escola Emídio Navarro

E o espaço exposição...

domingo, 10 de Maio de 2009

Na Rota da Biodiversidade

Eis algumas das fotos que testemunham os diferentes percursos:
Percurso 3: Funchal-Santana -Pico das Pedras - Queimadas - Caldeirão verdePercurso 2 - Funchal-Ponta de S. Lourenço - Casa da Sardinha
A aguardar que os participantes enviem fotos
Percurso 1 - Funchal- Parque Ecológico do Funchal - Centro Temático da Água

sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Visita aos cetáceos

Fotos da visita aos cetáceos cedidas pelo Nuno Rico. O Nuno quase que ia borda fora mas conseguiu captar bons momentos para partilhar e recordar.

quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Workshops

Aqui fica o testemunho da participação nos diferentes workshops:
Workshop: Observar aves no litoral da ilha da Madeira - Dinamizador: João Nunes

imagem daqui

Workshop: Observação de poças de maré - Dinamizadora: Drª Sara Ferreira Workshop: Como contar histórias amigas do ambiente: Dinamizadores: Drª Carla Silva e Dr. Filipe Lopes
Workshop: Um exercício de Gestão Costeira Participada - Dinamizadores: Professor Doutor Francisco Andrade e Mestre Adelaide Ferreira Workshop: Turismo Sustentável e Biodiversidade - Dinamizador: Professor Doutor Raimundo Quintal

quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Apanhados: Refeições...

Alguns dos momentos de lazer.
Podem enviar as vossas fotos e por favor comentem...


O MADEIRA DE HONRA... O JANTAR....

segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Seminário Coastwatch: Dia 30 de Abril...


De 30 de Abril a 2 de Maio realizou-se o Seminário de Apresentação de Dados da 19ª Campanha Coastwatch: Um Olhar sobre a biodiversidade.
Antes de proceder à publicação de comunicações, relatos de grupos de trabalho e saídas de campo, enquanto Coordenadora Nacional quero agradecer a todos os que permitram que este seminário se realizasse porque a organização deste seminário foi um desafio que se manifestou num percurso difícil mas compensador.
Assim, quero agradecer:
Ao Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Dr. Miguel Albuquerque e à Vereadora Drª Rubina Leal;
Ao Sr. Reitor Professor Doutor José Castanheira da Costa e à Dr.ª Teresa Dias.
À Dr.ª Iolanda Lucas directora do Centro de Educação Ambiental e em especial à sua equipa: Carla Abreu, Cátia Freitas, Alexandre Luz, Nancy Policarpo, Fernanda Barros e todo o restante pessoal que faz parte do Centro de Educação.
Os meus agradecimentos de uma forma muito carinhosa ao Eugénio Santos, que esteve sempre pronto a fazer, melhorar, modificar, tudo o que foi preciso ao nível de designer.
Ao Dr. Manuel Biscoito, à Dr.ª Mafalda Freitas e ao Dr. Ricardo Araújo da Estação de Biologia Marinha;
A todos os oradores, moderadores, dinamizadores de workshops e Guias de percursos, que se prontificaram a colaborar no evento enriquecendo-o e tornando-o possível;
Não posso deixar de agradecer a todos os participantes no evento, alguns acompanham-me há muito tempo, tornaram-se amigos e disponíveis para ajudar; outros quiseram ajudar recomendando amigos...E, há aqueles que são amigos de longa data, dos tempos da faculdade e também estiveram presentes só para nos dizer "estamos aqui"
À minha querida amiga Teresa que terminou as suas férias no Dubai mais cedo para estar comigo, “porque achou que este não era um dia para eu estar sozinha…”;
À Adelaide Ferreira e ao Francisco Andrade que para além de oradores se tornaram amigos, sempre dispostos a apoiar em qualquer momento;
Quero assim, demosntar a minha gratidão a todos os que estiveram e aos que gostariam de ter estado, aos que apoiaram aqui e à distância. E, se me esqueci de alguém, as minhas desculpas e o meu muito obrigada também;
Com efeito este foi um seminário sem apoios financeiros mas muito apoiado pela amizade... lembrei-me:
“Acima de tudo, na vida, temos necessidade de alguém que nos obrigue a realizar aquilo de que somos capazes. É este o papel da amizade”
A todos, o meu mais sincero obrigada.
Bem Hajam!
O 1º Painel "Partilhar experiências..."O 2º Painel "Contributos das Instituições na Preservação da Biodiversidade"
O 3º Painel "Que futuro para a Biodiversidade?"A assistência...


coastwatch-coord-nacional

Biodiversidade Francisco Andrade

CW-Amigos-Açores










CW-G.Zarco










CW-Museu-M.Biscoito












SPNM Papel na manutenção da Biodiversidade










Coast Watch CEA Funchal IolandaLucas








Coast Watch CEA Funchal IolandaLucas jasmim



segunda-feira, 27 de Abril de 2009

Indicações sobre o seminário

Algumas notas importantes sobre o seminário:

  • O Local é no auditório da Reitoria da universidade da Madeira - Colégio dos jesuítas - Rua dos Ferreiros;
  • Por favor leiam com atenção os percursos do dia 2 e as respectivas indicações (calçado confortável, binóculos, tempo de duração, etc...);
  • Para os que se inscrevem na formação de professores não se esqueçam de assinar a folha que há-de estar a passar todos os dias e em todos os wshp e grupos de trabalho.

Se clicarem no mapa em cima têm indicado por números os locais que irão utilizar no âmbito do Seminário:

  1. Reitoria da Universidade da Madeira
  2. Hotel do Carmo
  3. Hotel Dolce Vita
  4. Ludoteca do parque de Santa Catarina
  5. Paragem de autocarros dos hotéis

Resumos de Workshops Dia 1 de Maio de 2009

Para vossa informação aqui fica o resumo dos Workshops:

WORKSHOP 1 - Turismo Sustentável e Biodiversidade - Jardim do Hotel Porto Mare

Aberto a 15 participantes que apanharão o autocarro do Hotel na avenida do mar (ver mapa)
TURISMO SUSTENTÁVEL E BIODIVERSIDADE
JARDIM DO RESORT VILA PORTO MARE

Dinamizador: Raimundo Quintal (Prof. Dr.)
Centro de Estudos Geográficos – Universidade de Lisboa
Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal
O Jardim do Resort Vila Porto Mare ocupa um espaço de 13400 m2 (10100 m2 de canteiros e relvados; 3300 m2 de área impermeabilizada) e foi criado em duas etapas.


A parte oriental, mais antiga e mais pequena, junto ao Hotel Eden Mar, foi projectada e plantada em 1988 pela empresa Estufa do engenheiro técnico Duarte Caldeira, sob a orientação do engenheiro agrónomo Rui Vieira.
O paisagista Gerald Luckhurst projectou a segunda fase e a plantação ocorreu em Janeiro de 2003.
Muitas das plantas foram produzidas nos viveiros da empresa Jardim Formoso, em Sintra. Outras foram compradas a viveiristas italianos (Lazio) e do sul de França. A aquisição das palmeiras foi feita essencialmente em Alicante e Málaga (Espanha).
A morfologia e a ambiência deste jardim revelam uma ligação conceptual aos cottage gardens das colónias inglesas com uma forte componente florística tropical e subtropical. É significativa a presença de espécies originárias da Austrália e das Ilhas do Pacífico, da América Central e do Sul, da África Austral e da Ásia Tropical, que, para além do notável desempenho ornamental, revelam uma boa capacidade de adaptação ao clima da beira-mar, reagindo muito bem à maresia.
É claro o predomínio das árvores e dos arbustos de folha persistente, sendo o ritmo das estações marcado essencialmente pelo colorido das flores que se sucedem ao longo dos doze meses do ano.
A colecção de palmeiras é constituída por 43 espécies, uma diversidade superior à colecção do Jardim Botânico da Madeira.
A cana-de-açúcar, a vinha e a bananeira, as três plantas mais marcantes da paisagem agrária madeirense, associam-se de forma bastante feliz com as plantas ornamentais e despertam o visitante para a história económica da Ilha.
Desde 2008 têm sido criados canteiros com plantas hortícolas, aromáticas e medicinais, com o objectivo de proporcionar aos hóspedes novos odores e sabores. O património vegetal foi também enriquecido com espécies endémicas da Madeira, com especial incidência para as xerófilas do litoral.
Visando uma gestão ecologicamente sustentável, a rega é efectuada com água da Levada dos Piornais, o que reduz drasticamente o consumo de água potável. Em 2008 foram instalados equipamentos de produção de composto orgânico a partir da fermentação aeróbica das folhagens, borras de café, cascas de ovos, restos de fruta e hortaliças, sendo já sensível a redução dos adubos químicos.
Neste momento, 378 táxones estão identificados com placas, que fornecem ao utente informação sobre o nome científico, nomes vulgares em português e inglês, família e área geográfica de origem. Se subtrairmos os cultivares e os híbridos, é possível afirmar que estão representadas 328 espécies, o que coloca o Jardim do Resort Porto Mare na CLASSE EXCEPCIONAL DO ÍNDICE DE RIQUEZA FLORÍSTICA.


Workshop 2: Biodiversidade em Poças de Maré


Dinamizadora: Sara Ferreira (Drª)

Data: 1 de Maio de 2009
Horário: 10:00 – 13:00
Local: Complexo Balnear da Barreirinha. Local de Encontro: Junto à paragem dos hotéis (Avenida do mar)
Máximo de participantes: 10
Temas abordados:
1. As Marés
2. Zonação
3. Poças de Maré
a. Parâmetros Físicos
b. Biodiversidade
4. Exemplos de Bibliografia (Guias de espécies)
Trabalho Prático:
1. Identificação de especímenes in situ (Poças de Maré do C.B. da Barreirinha)
2. Recolha de exemplares de algas
3. Metodologia para a elaboração de um Algário
Material necessário (participantes):
Calçado adequado (antiderrapante)
Calções, t-shirt e chapéu
Protector solar

Material necessário que será montado no solário próximo das poças de maré (organização – FMF):
3 Mesas cobertas
10 Cadeiras
3 Guarda-Sóis
5 Tinas rectangulares (com formato de folha A4)
Folhas A4
Pincéis
5 Placas de Cortiça com tamanho de folha A4
Workshop 3:Como contar histórias amigas do ambiente

Dinamizadores: Carla Silva (Drª) e Filipe Lopes (Dr.)
Local: Ludoteca do Funchal
Oficina “Como contar histórias amigas do ambiente”
Destinatários: pais, educadores, professores, animadores socioculturais e ambientais.
Objectivo: fomentar a utilização do conto infantil como técnica de educação para a cidadania, com ênfase na vertente ambiental.
Concepção e dinamização: Carla Goulart Silva (Ecoteca do Pico) e Filipe Lopes (O Contador de Histórias)
Duração: 3 horas
Número máximo de participantes: 15
Sinopse:
Aprender é muito mais fácil através de métodos lúdicos e divertidos. Ouvir histórias é uma actividade desejada por todas as crianças e pode converter-se num eficaz método para sensibilização e educação ambiental.
Partindo destes pressupostos, esta oficina aborda as possibilidades de utilizar o conto e o livro como instrumentos de trabalho, apresentando algumas técnicas para dinamizar sessões de conto. Não esquecendo as regras básicas da narração oral a sessão focar-se-á também na adequada escolha das obras a utilizar mostrando como livros mais apelativos podem não resultar em boas histórias contadas e como, ao invés, livros aparentemente desinteressantes podem ser boas opções de trabalho.
A oficina assenta numa base prática com exemplos concretos e apresenta o caso do livro “A História do Zeca Garro”. A obra foi concebida para sensibilizar a população açoriana para a preservação dos cagarros através do contacto com o público infanto-juvenil. O processo criativo e concepcional bem como a posterior exploração do livro em função dos diferentes públicos estarão em análise.
Workshop 4: Observar Aves no Litoral da Ilha da Madeira
Dinamizador: João Nunes (Estudante)

Observação da Avifauna no Litoral da Cidade do Funchal e em Espaços Verdes Urbanos Objectivo: Esta saída tem por objectivo conhecer as comunidades de aves que ocorrem no litoral do Funchal, junto à foz das principais ribeiras e nos espaços verdes urbanos. Programa: O ponto de encontro está previsto para as 08h30 junto ao teleférico no jardim do Almirante Reis.O percurso será feito junto ao litoral, com paragem junto à foz das principais ribeiras, terminando junto ao porto do Funchal. Recomendações: Recomenda-se a quem tiver que leve binóculos e um guia de aves
Workshop 5:Um Exercício de Gestão Costeira Participada

Dinamizadores: Francisco Andrade (Prof. Dr.) & Mª Adelaide Ferreira (Mestre)
Hora: 9:00-13h00
Local: Complexo Balnear do Lido
Nº de Pessoas: 15
As pessoas deverão apanhar autocarro da avenida do mar ao Lido.Por ser feriado não há autocarro da Câmara disponível. Existem cartões que se carregam com bilhetes a 0,85 cêntimos (cartão GIRO). A distância são 4 km, mais ou menos 15m de autocarro.
As zonas costeiras são alvo de inúmeras pressões e objecto de muitos interesses e pretensões opostas. Sendo um património comum e, à escala temporal das vidas humanas, um recurso não renovável, urge que sejam geridas e fruídas de uma forma sustentável. Uma gestão eficaz das zonas costeiras tem que contar com a participação de todos os agentes com um interesse nessas áreas. Neste workshop far-se-á uma introdução aos princípios da gestão costeira participada ilustrada por alguns exemplos práticos que os participantes terão a oportunidade de testar.

Resumo oradores

Resumos dos oradores:

Raimundo-quintalfitodiversidade Na Madeira-coastwatch 09
Iolanda-Lucas EDUCAÇÃO AMBIENTAL no concelho do Funchal
coastwatch-Lurdes Soares
resumo_coastwatch-PNM
Resumo_MBiscoito[1]

sábado, 25 de Abril de 2009

Actividades de reflorestação Dunar e limpeza da praia!

A professora Cristina Arneiro, pretendendo partilhar connosco a experiência vivenciada pelo Agrupamento das Escolas de Vagos enviou-nos o seguinte e-mail:
No âmbito do projecto de Educação Ambiental da C. M . V. , vai o Agrupamento das Escolas de Vagos integrado no projecto Eco - Escolas Coast Watch participar em mais uma actividade.
O objectivo é reflorestar uma duna na praia da Vagueira na tentativa de travar a sua erosão. Este é mais um dos pequenos gestos que podem fazer a diferença, basta que cada um faça um pouquinho!

Fig 1 – Praia do Areão, escolha de um local com muito “Estorno” (Ammophila arenaria) para se poder mudar para a Praia da Vagueira com a devida autorização da CCDR.Fig 2 – Recolha do Estorno na Praia do Areão.

Fig 2 – Recolha do Estorno na Praia do Areão.
Fig 3 – Recolha do Estorno na Praia do Areão.
Fig 4 – Recolha de resíduos sólidos na Praia da Vagueira.
Fig 5 – Separação dos resíduos recolhidos na Praia de Vagueira.
Fig 6 – Reflorestação Dunar na Praia da Vagueira.
Fig 7 – Reflorestação Dunar na Praia da Vagueira.
Fig 8 – Perparação do Estorno para plantar.
Fig 9 – Trabalho feito!
Fig. 10 Identificação do local
Fig 11 – Colocação da placa com a identificação dos Programas do CoastWatch, Eco-Escolas e Bandeira Azul da Câmara Municipal de Vagos.
Fig 12 – Colocação da placa com a identificação dos Programas do CoastWatch, Eco-Escolas e Bandeira Azul da Câmara Municipal de Vagos.

quinta-feira, 23 de Abril de 2009

Earth Water chega a Portugal

Esta mensagem tem a função de divulgação e não de publicidade, por favor quando a ler entenda-a como tal.

Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade. A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo doAlto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.

A nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo. Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de EarthWater diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa de ajuda de água da ACNUR ,apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que vale água».

Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável. Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia. http://earth-water.org/ "Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas, 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água. Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras. Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone"pretende-se criar solução para a falta de água mundial.

terça-feira, 21 de Abril de 2009

Divulgação dos workshops a realizar no Seminário Coastwatch

Seminário Coastwatch "Um Olhar sobre a Biodiversidade"
Auditório da Reitoria da Universidade da Madeira 30 de Abril a 2 de Maio
No âmbito do Seminário Coastwatch serão dinamizados 5 workshops a decorrer em locais diferentes.
Atenção: É importante trazer calçado e roupa confortável pois alguns dos Workshops têm trabalho de campo.
Workshop 5: TURISMO SUSTENTÁVEL E BIODIVERSIDADE - JARDIM DO RESORT VILA PORTO MARE
Nº de Participantes: 20
Local de partida para apanhar autocarro do Hotel PortoMare/PortoBay: Paragem dos autocarros dos hotéis, na Av. do Mar, frente à casa do turista
O Jardim do Resort Vila Porto Mare ocupa um espaço de 13400 m2 (10100 m2 de canteiros e relvados; 3300 m2 de área impermeabilizada) e foi criado em duas etapas.
A parte oriental, mais antiga e mais pequena, junto ao Hotel Eden Mar, foi projectada e plantada em 1988 pela empresa Estufa do engenheiro técnico Duarte Caldeira, sob a orientação do engenheiro agrónomo Rui Vieira.
O paisagista Gerald Luckhurst projectou a segunda fase e a plantação ocorreu em Janeiro de 2003.
Muitas das plantas foram produzidas nos viveiros da empresa Jardim Formoso, em Sintra. Outras foram compradas a viveiristas italianos (Lazio) e do sul de França. A aquisição das palmeiras foi feita essencialmente em Alicante e Málaga (Espanha).
A morfologia e a ambiência deste jardim revelam uma ligação conceptual aos cottage gardens das colónias inglesas com uma forte componente florística tropical e subtropical. É significativa a presença de espécies originárias da Austrália e das Ilhas do Pacífico, da América Central e do Sul, da África Austral e da Ásia Tropical, que, para além do notável desempenho ornamental, revelam uma boa capacidade de adaptação ao clima da beira-mar, reagindo muito bem à maresia.
É claro o predomínio das árvores e dos arbustos de folha persistente, sendo o ritmo das estações marcado essencialmente pelo colorido das flores que se sucedem ao longo dos doze meses do ano.
A colecção de palmeiras é constituída por 43 espécies, uma diversidade superior à colecção do Jardim Botânico da Madeira.
A cana-de-açúcar, a vinha e a bananeira, as três plantas mais marcantes da paisagem agrária madeirense, associam-se de forma bastante feliz com as plantas ornamentais e despertam o visitante para a história económica da Ilha.
Desde 2008 têm sido criados canteiros com plantas hortícolas, aromáticas e medicinais, com o objectivo de proporcionar aos hóspedes novos odores e sabores. O património vegetal foi também enriquecido com espécies endémicas da Madeira, com especial incidência para as xerófilas do litoral.
Visando uma gestão ecologicamente sustentável, a rega é efectuada com água da Levada dos Piornais, o que reduz drasticamente o consumo de água potável. Em 2008 foram instalados equipamentos de produção de composto orgânico a partir da fermentação aeróbica das folhagens, borras de café, cascas de ovos, restos de fruta e hortaliças, sendo já sensível a redução dos adubos químicos.
Neste momento, 378 táxones estão identificados com placas, que fornecem ao utente informação sobre o nome científico, nomes vulgares em português e inglês, família e área geográfica de origem. Se subtrairmos os cultivares e os híbridos, é possível afirmar que estão representadas 328 espécies, o que coloca o Jardim do Resort Porto Mare na CLASSE EXCEPCIONAL DO ÍNDICE DE RIQUEZA FLORÍSTICA.
______________________
Workshop 5 - “Um exercício de Gestão Costeira Participada”
Nº de Participantes: 15
Local: (Por confirmar)
Francisco Andrade & Maria Adelaide Ferreira
1 de Maio de 2009, 9:00-13h00
As zonas costeiras são alvo de inúmeras pressões e objecto de muitos interesses e pretensões opostas. Sendo um património comum e, à escala temporal das vidas humanas, um recurso não renovável, urge que sejam geridas e fruídas de uma forma sustentável.
Uma gestão eficaz das zonas costeiras tem que contar com a participação de todos os agentes com um interesse nessas áreas. Neste workshop far-se-á uma introdução aos princípios da gestão costeira participada ilustrada por alguns exemplos práticos que os participantes terão a oportunidade de testar.

sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Concurso de fotografia

Concurso de fotografia anulado!
ver em http://coastwatch-fotos.blogspot.com/

segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Praga vegetal está à venda no país e já causou danos

imagem daqui
Sobre biodiversidade...
Notícia publicada no Público :
Trabalho escolar evita in extremis alastramento de planta infestante
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1373602&idCanal=2100
Praga vegetal está à venda no país e já causou danos
Ricardo Garcia
Ninguém estava à espera de que aquela simpática planta aquática, comprada num viveiro de Aljezur, se pudesse transformar num assustador problema ecológico. Mas quando deu por isso, José Ricardo, de 63 anos, tinha a pequena barragem da sua propriedade rural, em Odemira, de tal forma atafulhada por um espesso tapete verde, que já nem se via a água. "Os patos andavam ali como andam no chão", conta.
E foi assim que, no final do ano passado, uma reconhecida praga vegetal que está a causar enormes prejuízos em países como a Austrália e os Estados Unidos fez a sua estreia em Portugal. Nove anos de vigência de uma lei que prometia pôr ordem na introdução de espécies exóticas no país não valeram de nada. Temos mais uma infestante.
Chama-se Salvinia molesta e está à venda em supermercados, viveiros e lojas de produtos vegetais. É comercializada como planta ornamental, serve também para decorar aquários. Mas tem um brutal poder de multiplicação em lagos, albufeiras e rios, facilmente impedindo o seu uso para recreio, navegação e como fonte de água.
Susana Caetano, de 17 anos, neta de José Ricardo, não fazia a menor ideia daqueles perigos, quando trouxe a planta para casa. Importada da Holanda, não há nada na sua embalagem que alerte para o facto de se tratar de uma espécie invasora. Introduzida na barragem, alastrou-se de forma imparável, formando uma camada sobre a qual ainda cresceram outras plantas.
A jovem não ficou de braços cruzados. Levou o assunto para o premiado clube de ciências da Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves, em Odemira (ver caixa), onde faz o 12.º ano. E ali nasceu um projecto para se estudar uma solução para o problema. Susana e duas colegas - Vanessa Viegas e Ângela Mestre, de 18 anos - identificaram a planta através da Internet e descobriram os problemas que já causava em outros países.
O projecto extravasou o âmbito escolar. A professora Paula Canha, coordenadora do clube de ciências, contactou um biólogo da Universidade de Lisboa, que confirmou os riscos de a planta se espalhar pela a bacia do rio Mira.
Falta de meios
Para avaliar o que fazer, reuniram-se várias entidades junto à barragem. Menos uma: o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB). É ao ICNB que cabe, em primeiro lugar, preocupar-se com as espécies invasoras em Portugal. E a albufeira em causa estava dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
Mas o parque não tinha recursos para lidar com a questão e nem sequer enviou um técnico para ver o que se passava. "Não foi dada a atenção que se devia", reconhece Sandra Moutinho, porta-voz do ICNB.
A Câmara Municipal de Odemira, que contactara um responsável do parque natural, estranhou a resposta. "Disseram-nos que não tinham meios para actuar, mas deram-nos luz verde [para resolver o problema]", diz José Alberto Guerreiro, vice-presidente da autarquia. "Esperava uma atitude mais actuante".
Preocupada que a barragem pudesse transbordar no Inverno, espalhando a planta infestante, a câmara pôs mãos à obra. "Não olhámos nem a meios nem a custos", afirma José Alberto Guerreiro. Durante um mês, removeram mecanicamente as plantas da barragem. Hoje, estão a secar numa zona mais elevada da propriedade de José Ricardo, à espera de serem queimadas. Meses depois, ainda há ali plantas vivas.
O caso também preocupou a Associação de Beneficiários do Mira, que alertou os cantoneiros de rega para informarem se avistassem a salvínia nos canais. "Se aparecesse algo, seriam os primeiros a notar", afirma a técnica Carla Lúcio. "Mas em águas correntes, a probabilidade é muito menor".
As alunas fizeram ainda muito mais. Distribuíram pelo concelho cartazes e autocolantes, com uma foto da planta e uma explicação dos seus perigos. Visitaram todas as lojas que as pudessem estar a vender e falaram com os comerciantes. Entregaram a cada agrupamento escolar uma apresentação sobre o problema.
Bomba ao retardador
Hoje, a Salvinia molesta é tema de estudo nas escolas do concelho. "Tenho um primo que me disse que estava a fazer um trabalho sobre a planta", diz Vanessa Viegas.O trabalho não terminou. "Agora, estamos a monitorizar para ver se a planta reaparece", afirma Susana Caetano.
Naquela pequena barragem, a situação parece estar controlada. Mas esteve a um passo do resultado oposto. A primeira sugestão que deram a José Ricardo foi abrir uma brecha no paredão da barragem, para deixar escoar a água e as plantas. "Teria sido o desastre total", avalia o biólogo Francisco Carrapiço, do Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
De qualquer forma, a Salvinia molesta continua à venda e o que se passou em Odemira pode acontecer a qualquer momento em outro ponto do território. "Com a planta espalhada por todo o país, é uma bomba ao retardador", diz Francisco Carrapiço.
ICNB quer agora proibir a venda da salvínia
O ICNB começou por não ligar muito à nova infestante identificada em Odemira, num parque natural. Mas agora quer proibir a venda da Salvina molesta em Portugal. A salvínia deverá ser incluída na lista das espécies invasoras ou de risco ecológico conhecido, numa revisão em curso da lei aprovada em 1999 para o controlo da introdução de animais e plantas exóticas em Portugal.
A espécie ainda não figura no novo texto da lei que está em consulta pública há poucos meses, apesar de o ICNB ter sido alertado em Outubro. Mas será adicionado, segundo Sandra Moutinho, porta-voz do instituto.
A legislação proíbe o cultivo, a criação, a detenção, a compra, a venda e o transporte das espécies constantes daquela lista. Por ora, a venda da salvínia é legal. Este facto, aliado à falta de familiaridade com a planta, pesou para que o ICNB não tenha prestado a devida atenção ao caso de Odemira, diz Sandra Moutinho.
A legislação original previa a elaboração de um plano nacional para o controlo e erradicação de espécies invasoras não-indígenas já introduzidas no país. Até hoje, dez anos depois, este plano não existe.

quinta-feira, 9 de Abril de 2009

10º A - Colégio Rainha D. Leonor - Caldas da Rainha
A professora Carina Pereira enviou-nos a notícia que saiu no jornal escola (Colégio Rainha D. Leonor - Caldas da Rainha.
Aqui está o resultado da particcipação do 10ºA na Campanha 2008/09
Coastwatch 2008

À semelhança de anos anteriores, no passado dia 13 de Novembro, realizou-se mais uma actividade no âmbito do projecto “Coastwatch Europe”. O projecto pretende alertar para os problemas do litoral, em especial aqueles que são fruto da acção antrópica. A metodologia consiste no inventário de resíduos (orgânicos e não orgânicos) e caracterização da linha de costa na zona Intertidal (zona entre as linhas normais de maré cheia e maré vazia) e zona Supratidal (entre a linha normal de maré cheia e a linha máxima atingida nas marés vivas). Dividida em segmentos de 500m a linha de costa é percorrida a pé e preenchido um formulário para cada um. Para cada segmento são contados os vários tipos de resíduos não orgânicos (vidros, plásticos, metais, etc.), bem como a presença de resíduos orgânicos (conchas de bivalves, animais mortos, algas, etc.). Aspectos da geomorfologia, botânica e zoologia são também contemplados, efectuando-se uma breve caracterização do tipo de costa (areal, rochas, falésia, etc.), das espécies vegetais dominantes e da presença de espécies animais.
Cerca das nove horas as turmas do 10º A e B, acompanhadas pelas professoras e monitores da Associação PATO rumaram à Lagoa de Óbidos para efectuar os levantamentos. Foram criados dois grupos e a cada um foi encarregue um percurso de cerca de 5Km, subdivididos, de acordo com a metodologia, em segmentos de 500m. Um dos percursos abrangia parte da margem Sudoeste da Lagoa de Óbidos, desde a praia do Bom Sucesso até ao final do Braço do Bom Sucesso. O outro começava na margem Sudeste da lagoa, junto do Braço da Barrosa e terminava no Braço do Bom Sucesso, abrangendo toda a margem Sul da lagoa.
Os alunos revezaram-se no preenchimento dos formulários, ficando cada três ou quatro alunos com um segmento de 500m, dividindo tarefas. Na zona Sul da lagoa foi detectada uma grande quantidade de resíduos, plásticos, vidros, entulhos, etc. Para além do inventário, os alunos decidiram recolher algum lixo, trazendo sacos para o efeito. Ainda que de louvar a iniciativa, cedo se revelou uma tarefa penosa, rapidamente os sacos ficaram cheios e difíceis de transportar. Ao final da manhã, e já cansados do longo percurso as duas turmas encontraram-se junto do Braço do Bom Sucesso onde o autocarro esperava para voltar ao colégio.
Para além do importante contributo para o âmbito geral do projecto, que visa a monitorização do estado da linha de costa, a experiência foi altamente enriquecedora para os alunos. Desenvolvendo o espírito crítico e científico, a prática em trabalho de campo e um maior conhecimento da problemática dos resíduos na degradação da costa e dos oceanos.

As Professoras de Biologia e Geologia

terça-feira, 7 de Abril de 2009

Há flamingos na Murtosa

Não resisti a passar, na íntegra, esta notícia do Público de 4 de Abril:
Público - Fugas 4ABR09)
Não há outra maneira de dizer isto, nem valem a pena eufemismos ou introduções: há flamingos na Murtosa, e isso é uma excelente notícia. Temos de começar por aqui, porque sabemos que esta notícia não é coisa pouca. Mesmo os mais distraídos saberão que não é comum encontrar estas aves migratórias no Norte de Portugal - aliás, estamos mais habituados a pensá-los em África, ou na América do Sul, mas eles também vivem nos estuários do Tejo e do Sado. Pois parece que agora não estão apenas de passagem pela ria de Aveiro, mas que se instalaram na margem esquerda, ao longo do percurso ribeirinho da Murtosa, acrescentando um argumento de peso no já vasto rol de motivos para visitar o percurso desenhado pelo projecto NaturRia. O percurso tem já quilómetros, numa estrada que sempre lá esteve, e faz parte da mobilidade da região. Mas desde Setembro que foi transformado num traçado misto que, pela sua planura, é cem por cento ciclável. Se as bicicletas ganham um aceitável protagonismo, nada contraria as boas intenções que surjam para realizar o passeio a pé, ou mesmo de carro (ok, desta vez deixa-se passar, mas só se os acompanhantes mais novos do passeio forem demasiado pequenos para pedalar dez quilómetros, ou haja intenção de fazer um opíparo piquenique, cujos víveres ocupem mais de metade da bagageira do automóvel). Preferencialmente a pé, ou de bicicleta - até porque são modos bem menos perturbadores do habitat natural que pretendemos visitar -, a única coisa obrigatória para tirar um melhor partido deste passeio é a paragem nas placas explicativas que existem ao longo do percurso, e que disponibilizam informações temáticas que muito enriquecem a jornada.
A Primavera já chegou oficialmente - apesar de as temperaturas que se têm sentido até já terem feito lembrar o Verão -, está mais do que na altura de tirar as sapatilhas do armário, as bicicletas da arrecadação, e, já agora, para quem os tiver, os binóculos da gaveta. Eles poderão dar jeito, entre outras coisas, para ver as limícolas, as pequenas aves pernaltas que se alimentam nos limos das margens.
A natureza é tão perfeita que as criou com tamanhos de bicos diferentes, e é possível ver pilritos, maçaricos, mas também borrelhos (por aqui há muitos da espécie borrelho-de-coleira-interrompida, já que se reproduz na ria e por lá vive todo o ano), gaivotas, garças, patos e muitas outras aves a alimentarem-se nas vazas das marés, com cada espécie a retirar nas vazas o seu alimento a profundidades diferentes.
Quando a Fugas por lá andou, numa radiosa manhã de Março, não precisou de binóculos para assistir a uma das mais bonitas coreografias que é possível desenhar no céu, tendo o corpo de baile sido um numeroso bando de flamingos. A culpa foi de um avião que sobrevoava ria a pequena altitude e fez levantar o bando. Mas o resultado foi uma sincopada dança nos céus, tão bonita quanto indescritível. O voo dos flamingos, por si só, já valeria a deslocação à Murtosa. Mas é mais do que justo referir que nem que eles por lá não andassem haveria razões de sobra para justificar o passeio. Que os flamingos não nos ouçam - foi tão difícil tê-los por cá que ninguém quer que eles se vão embora. Explica-nos o biólogo Rui Brito que os flamingos são de tal modo exigentes no seu habitat que só a qualidade das intervenções que têm vindo a ser feitas, a nível supramunicipal, permitiu uma presença mais intensiva destas aves. Deixemo-los, então, sossegados e vamos agora aos outros argumentos.
Moliceiros e outros barcos Até agora só falamos de aves - e são muitas e variadas as que se podem avistar durante o percurso - e ainda não é desta que as vamos abandonar.
Porque as gaivotas que vivem pela região merecem referência, sobretudo nesta altura, em que se vestem de plumagens nupciais. Não é eufemismo: é mesmo o termo técnico que, por exemplo, veste actualmente o guincho comum, que começa a surgir com a cabeça preta... Gaivotas, garças, cegonhas, maçaricos e pilritos, fuinhos dos juncos e borrelhos - todas espécies avistadas pela Fugas durante a sua visita, mas há mais por lá... até morcegos e corujas, garantem-nos. Esta insistência nas aves não é forçada - não é por acaso que a ria de Aveiro é Reserva Ecológica Nacional, e é internacionalmente reconhecida como Zona de Protecção Especial para as Aves na Rede Natura 2000. Se não tiver conhecimentos aprofundados de Botânica e Biologia, as placas temáticas que foram colocadas ao longo do percurso tratarão de lhe dar as informações essenciais e lhe apontar os factos mais curiosos - às vezes eles estão debaixo do nosso nariz e não reparamos neles. Textos simples, bem ilustrados, e que permitem saber, por exemplo, que há mais de 40 embarcações diferentes que percorrem a ria. O moliceiro é, justamente, um dos mais conhecidos, mas ao longo do percurso, e com as paragens nos cais da Bestida, da Mamaparda, e mesmo na Ribeira de Pardelhas (pertíssimo do centro da Murtosa), poderá conhecer e cruzar-se com muitas mais embarcações. Um dos aspectos mais relevantes deste projecto - e que o tornam altamente recomendável para ser feito em família - é a possibilidade de o calcorrear em estreita ligação com a população local, nos seus trabalhos agrícolas ou na sua actividade pesqueira (na apanha de crustáceos, bivalves ou da chamada "bicha" para a pesca).
Cada vez que for fazer o passeio, terá, com certeza, uma experiência diferente. E é por isso que vale a pena fazê-lo. Muitas vezes. Até porque ele tem uma grande e luxuosa vantagem nestes longos dias de crise económica: só precisa de usufruir e respeitar a natureza, não lhe vão pedir dinheiro nenhum de entrada.
Como ir Pela A1, vindo de Lisboa, a saída de referência é a número 17, com indicação de Oliveira de Azeméis/Ovar/Estarreja; quem vem do Norte, pode optar pela A29 e sair na saída de Estarreja, tendo a vila de Murtosa como destino - está sinalizada. O percurso pode ser iniciado na Ribeira Nova, muito perto do centro da vila da Murtosa, ou, quem segue em direcção à Torreira, parar o carro antes de passar a Ponte da Varela, iniciando aqui o trajecto.
Link: http://www.cm-murtosa.pt/naturria

segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Coastwatch: Escola Secundária com 3ºCEB Dr. Bernardino Machado da Figueira da Foz

Aqui fica a notícia divulgada no Jornal Interferências da Escola Secundária com 3ºCEB Dr. Bernardino
"Já faz história a actividade Coastwatch na nossa escola.
Para os professores do grupo de Biologia e Geologia é mais uma missão cumprida, para os alunos é o início de uma experiência que os marcará para toda a vida, quer pelo envolvimento numa actividade virada para a consciencialização da preservação dos ambientes costeiros, quer como actividade de cidadania, através da qual participam com uma instituição europeia na recolha de dados, que possam vir a ter resultados nas políticas ambientais.
Esta aventura ambiental realizou-se na manhã do dia 15 de Dezembro de 2008, que se revestiu de um frio e ventos polares, que em nada fizeram tremer o empenhamento de todos.
O percurso, de 5 Km de costa, teve início no Cabo Mondego e terminou no Oásis. Em todo este trajecto, os alunos das Turmas 10ºC e 7ºB, divididos em grupos e orientados pelos professores, observaram essa fracção de linha de costa e recolheram dados sobre o estado ambiental através do preenchimento de um questionário. Ainda assim, houve tempo para um convívio saudável.
O mar, sempre irresistível, e apesar do frio, atraiu muitos alunos, que não deixaram de se molhar até ao joelho na busca de memórias de verão ou, mesmo, na busca de vida marinha, como ouriços e estrelas-do-mar.
Tiraram-se fotografias, recolheu-se algum lixo, o transportável, está claro, e construiu-se, com este material, um Jornal de Parede no hall de entrada da escola, em jeito de “película de cinema”, que foi motivo de satisfação de todos.
Para o ano repetir-se-á esta “peregrinação”, que nos deixa sempre o sabor de nova experiência vivida, pelo facto de haver sempre a possibilidade de se renovarem os percursos, porque os alunos são diferentes, porque o estado do tempo é diverso e, por isso, com implicações na diversidade e quantidade de lixo que se encontra e, também, porque, até mesmo, o perfil da linha de costa se vai modificando pela erosão e pelo avanço do mar.
Até para o ano Coastwatch!!
Grupo Disciplinar de Biologia e Geologia"

segunda-feira, 30 de Março de 2009

Votação para o concurso de fotografia

Amanhã dia 31 de Março é o último dia para recepção de fotos no âmbito do concurso de fotografia "O Meu Olhar Sobre a Biodiversidade". Podem ainda participar enviando a vossa foto para coastwatch2007@gmail.com
A partir desta data estão abertas as votações em http://coastwatch-fotos.blogspot.com/
Participe, votando e divulgando.
Cada pessoa só pode votar uma vez para que a foto vencedora seja seleccionada pela maioria e a representativa do tema da campanha.
Obrigada!
Lurdes Soares
Coordenadora Nacional do Coastwatch

domingo, 29 de Março de 2009

Dia dos Moinhos Abertos de Portugal


Mira, 4 de abril de 2009
Pelo 3º ano consecutivo, com abrangência nacional, a Rede Portuguesa de Moinhos organiza o Dia dos Moinhos Abertos de Portugal (4 Abril) e o Dia Nacional dos Moinhos (7 Abril), envolvendo um número crescente de moinhos tradicionais, em funcionamento simultâneo, visitáveis e abertos a todos. Tal como em anos anteriores, aguarda-se a adesão nacional de mais de uma centena de moinhos tradicionais.
Estas comemorações tem por objectivo chamar a atenção para a preservação do inestimável valor patrimonial dos nossos moinhos tradicionais, por forma a motivar e coordenar vontades e esforços de proprietários, organizações associativas, autarquias locais, museus, investigadores, molinólogos, entusiastas e amigos dos moinhos.
No Concelho de Mira, como é habitual, a organização fica a cargo da AAMARG – Associação dos Amigos dos Moinhos e Ambiente da Região da Gândara e conta com os apoios da Câmara Municipal e dos Viveiros da Quinta.
Durante a manhã de 4 de Abril, o acesso é livre a nove moinhos-de-água, do tipo rodízio: Moinhos da Lagoa (4), Moinhos da Fazendeira, Moinhos do Arraial, Moinhos da Areia (2) e Moinhos do Visconde.
Do programa consta:
9h (Fazendeira) – Oficina de broa de milho à moda tradicional;
10h-12h (em todos os moinhos) – Visitas guiadas e demonstrações do trabalho de moleiro. Conversas com moleiros. Plantação de árvores ribeirinhas;
13h (Fazendeira) – Almoço tradicional (inscrição obrigatória em www.aamarg.org) com a presença dos moleiros;
15h – (Fazendeira) Momento musical.
Para saber mais pormenores consulte: www.aamarg.org e www.moinhosdeportugal.org
Participe e venha conhecer melhor o valor patrimonial dos moinhos de água do concelho de Mira.
A AAMARG
A AAMARG é Coordenadora Regional do Projecto Coastwatch.

sexta-feira, 27 de Março de 2009

Dia Mundial da Agua (2)

Os alunos da Escola Secundária da Ramada enviaram as fotos e a sua Carta do Futuro "2080 - Vida sem Água"
A equipa organizadora e as palavras de boas vindas
Os colegas da assistência
A mesa... Representação do GEOTA "como poupar água?"
O encerramento e os agradecimentos finais.
Parabéns 12ºG
As palavras da Rita, Edite, Ana e Gonçalo
Em 2080....
...A escassez de água não nos permite tomar um banho de chuveiro, usamos toalhas com óleos minerais para limpar apele.
... a maioria das pessoas não bebe mais do que um copo de água por dia, o que é manifestamente insuficiente. As infecções gastrointestinais, as doenças da pele e vias urinárias são as principais causas de morte.
... as crianças não acreditam que os seus pais e avós lavavam carros com água que saia da mangueira.
... os jovens culpam os pais pela destruição do ambiente, apesar dos muitos avisos que existiam, alertando para o perigo que podiam correr as gerações futuras.
... todos os rios, barragens, lagos e aquíferos estão contaminados ou esgotados. No início do Séc. XXI havia muitos anúncios que diziam para poupar água, só que ninguém lhes dava atenção. pensavam que a água jamais podia terminar.
...A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes. os assaltos por uma garrafa de água são comuns nas ruas e casas.
...os desertos constituem a paisagem dominante no sul da Europa. Em alguns países restam manchas de vegetação ao longo dos rios, que são fortemente vigiados pelo exército.
... as casas não possuem jardins, as árvores e os parques não existem, isto porque quase nunca chove, e quando chega a ocorrer precipitação, é chuva ácida-
... as gerações mais novas pagam um alto preço pelos erros cometidos pelos seus pais e avós que destruíram os recursos hídricos. Como seria bom voltar atrás e corrigir as más práticas ambientais de forma a garantir um desenvolvimento sustentável!
AINDA É POSSÍVEL FAZER ALGO PARA SALVAR O NOSSO PLANETA! POR ISSO POUPE ÁGUA!
(Carta distribuída pelo 12º G, Área de Projecto no Dia Mundial da Água)
A música seleccionada pelo grupo organizador para acompanhar a sessão.

quinta-feira, 26 de Março de 2009

Percursos do Seminário Coastwatch


imagem daqui
1 - Visita ao Parque Ecológico do Funchal
2 de Maio de 2009 - Seminário Coastwatch
Período da Manhã
8h30 – Concentração junto ao Palácio da Justiça (Centro do Funchal, a Norte da Câmara Municipal do Funchal).
9h00 – Partida para o Parque Ecológico do Funchal.
9h40 – Início da visita, com passagem pelo Centro de Recepção e Interpretação do Parque Ecológico do Funchal, Pico Alto, Chão da Lagoa, Poço da Neve e Pico do Areeiro.
Durante este itinerário os participantes farão pequenas paragens para visitas a pé a miradouros e outros sítios de interesse.
Período da Tarde
14h00 – Início do percurso pedestre de acesso à antiga Estação de Tratamento de Águas dos Tornos – Centro Temático da Água, a partir da Corujeira – Monte.
15h00 – Visita à antiga Estação de Tratamento de Águas dos Tornos – Centro Temático da Água.
16h00 – Regresso à Corujeira (Monte).
17h00 – Hora prevista para o regresso ao Funchal.
O itinerário de acesso à estação é feito por um caminho municipal até à ponte do pisão, com piso regular e depois no patamar da levada dos Tornos, que em algumas partes é estreito. A caminhada tem cerca de 4km em cada sentido, totalizando cerca de 8km para ir e voltar.
Os participantes deverão levar calçado e vestuário adequados para caminhar em meio de montanha e alimentação para durante toda a actividade, sem esquecer água potável.
O Parque Ecológico do Funchal
Uma propriedade municipal de montanha, com cerca de 1000 hectares que foi destinada pela Câmara Municipal do Funchal ao projecto do Parque Ecológico do Funchal em 1994. Desde então têm sido empreendidos diversos projectos nas três grandes áreas de actuação do Parque, nomeadamente, a conservação da Natureza, a educação ambiental e o recreio e lazer dos visitantes.
Antiga Estação de Tratamento de Águas dos Tornos
Durante três décadas a água destinada a grande parte do abastecimento público da Cidade do Funchal foi tratada neste local. A água chegava à Estação dos Tornos vinda do Norte da Ilha, transportada pela Levada dos Tornos, um canal que tem origem na Boaventura. O túnel final de chegada à Estação, entre a Fajã da Nogueira e os Tornos, tem uma extensão de 5100 metros.
A Estação de Tratamento de Águas dos Tornos está desactivada desde o ano 2000, mas mantém os equipamentos originais e os que foram evoluindo ao longo dos anos de funcionamento. Actualmente possui uma exposição sobre a história da recolha, tratamento e fornecimento da água potável ao concelho do Funchal, assumindo-se como um Centro Temático da Água.
ATENÇÃO: Levar calçado e roupa confortável.
Levar almoço e água
Por favor leiam atentamente a descrição dos percursos.

segunda-feira, 23 de Março de 2009

Dia Mundial da Água

Dia 22 de Março foi o dia Mundial da Água. Para comemorar este dia o GEOTA foi convidado pela Escola Secundária da Ramada para falar sobre o tema e deixar algumas sugestões de COMO POUPAR ÁGUA...
O Convite foi feito pela turma do 12º G inserido na disciplina de Área de Projecto.
O trabalho apresentado pelos alunos: Ana Ferraz; Ana Domingos; Edite Mateus e Gonçalo Dias foi excelente, por isso em vez da minha comunicação deixo aqui a apresentada por eles.
Lurdes Soares
diamundialdaagua





Perguntas Para Palestra

quinta-feira, 19 de Março de 2009

Concurso fotografia "O meu Olhar sobre a Biodiversidade"

Concurso fotografia "O meu Olhar sobre a Biodiversidade"
Relembramos a todos os participantes na 19ª Campanha Coastwatch que deverão enviar as fotos para o Concurso de Fotografia "O meu Olhar sobre a Biodiversidade" até ao dia 30 de Março para o e-mail coastwatch2007@gmail.com.
A foto deverá vir identificada com o nome do autor (ver regulamentos).
Após esta data as fotos serão divulgadas no blogue: http://coastwatch-fotos.blogspot.com/ e aí expostas a votação.

Regulamentos do Concurso:
As fotografias são enviadas para coastwatch2007@gmail.com;
Só serão aceites fotos dos participantes na campanha 2008/09;
A foto tem que vir identificada com o nome do autor, data e local;
Cada participante poderá enviar um comentário, tipo slogan, sobre a foto que seleccionou;
O GEOTA poderá recusar alguma foto que considere inapropriada;
As fotos serão publicadas e numeradas de acordo com a ordem de chegada;
As fotos estarão disponíveis para votação de todos os participantes;
As fotos dizem respeito ao período de monitorização da campanha 2008/09 que termina a 31 de Dezembro. Contudo, poderão ser enviadas até 30 de Março.
Até ao dia 5 de Abril será publicada a foto vencedora.
A foto vencedora será a capa do relatório anual 2008/09

quarta-feira, 18 de Março de 2009

Erosão Costeira

Hoje, o Coastwatch foi à escola José Afonso no Seixal debater a erosão costeira na Costa da Caparica com duas turmas do 11º ano.
Os responsáveis foram os professores:
Carlos, Cristina e Maria João.
Aqui fica um extracto da apresentação em Power Point.
PDFgestãocosteira-lurdes-soares
Aproveite e veja a excelente reportagem do programa BIOSFERA (RTP) sobre Erosão Costeira: http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=24416&idpod=22579&formato=wmv&pag=recentes&escolha=

segunda-feira, 16 de Março de 2009

Programa Seminário Coastwatch

CW09a

Ficha_Inscrição_Coastwatch_2009

domingo, 15 de Março de 2009

Concurso de Professores

Aqui fica o desdobrável do Concurso de Professores 2009
desdobravelconcurso2009

sexta-feira, 13 de Março de 2009

Cidadãos pelo Ambiente

SINOPSE
Ao longo dos últimos anos, em Portugal, as Organizações Não Governamentais de Ambiente (ONGA) têm influenciado activamente as decisões públicas. Mas o trabalho por elas desenvolvido permanece com frequência desconhecido. Este trabalho «invisível», que nalguns casos adquire grande controvérsia e exposição mediática, tem poucos ou nenhuns registos. O livro que agora se publica pretende justamente colmatar esta falha e revela o muito que tem sido feito pelas ONGA durante cerca de 60 anos de luta pela conservação da natureza e pela biodiversidade. Relatadas na primeira pessoa por 24 autores que nelas participaram, estas experiências, que são símbolos de generosidade, empenho, perseverança e cidadania, prestam afinal homenagem aos muitos voluntários incógnitos que têm tido a coragem de se assumirem com frontalidade, contribuindo para um mundo melhor.
AS ASSOCIAÇÕES QUE OFERECEM TESTEMUNHOS
Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal • GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente • Grupo Lobo • LPN – Liga para a Protecção da Natureza • Parque Biológico de Gaia • Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza • Plataforma Sabor Livre • SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves.
SESSÃO DE LANÇAMENTO
LOCAL FNAC COLOMBO LISBOA
21 Abril 2009 terça-feira 18.30h
A OBRA SERÁ APRESENTADA POR VIRIATO SOROMENHO-MARQUES, Professor Catedrático da Universidade de Lisboa
TÍTULO: Cidadãos pelo Ambiente
SUBTÍTULO: Conservação da Natureza e Biodiversidade em Portugal
AUTORES: Vários
COORDENADORES: Lia Vasconcelos (Liga para a Protecção da Natureza), José Manuel Alho (Liga para a Protecção da Natureza), José Paulo Martins (Quercus)
NÚMERO DE PÁGINAS: 152
PREÇO DE VENDA AO PÚBLICO: 16,60 Euros
DATA DE PUBLICAÇÃO: Abril de 2009
ISBN: 978-989-8025-78-4
Cidadãos Pelo Ambiente

segunda-feira, 9 de Março de 2009

Um passeio pela Fonte da Telha em dia de carnaval



A Joana Costa e uma amiga, que há uns anos atrás participou numa campanha Coastwatch, foram passear até à praia da Fonte da Telha na segunda feira de Carnaval. Ficaram indignadas com o lixo encontrado e resolveram enviar-nos estas fotos.
Como diz a professora Clarisse que dinamizou a actividade Coastwatch na Escola Secundária da Amora "Que bom saber que tivemos influência na definição de valores ecológicos. Sim senhor!... "

domingo, 8 de Março de 2009

Seminário Coastwatch

O Seminário Coastwatch será acreditado pelo Centro de Formação Professor Orlando Ribeiro com um crédito (1 crédito).
Última versão da Ficha de inscrição e Programa do Seminário
Ficha_Inscrição_Coastwatch_2009

Programa Proviso Rio 4 de Março

sexta-feira, 6 de Março de 2009

clique e ouça os sons do fundo mar...

Clique, ouça e fique aqui por algum tempo.
http://www.sonsdemar.eu/index2.php?web=sonsdemar&lang=es

quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Sábado no Monte

Eis o testemunho de um sábado no Monte do Paio. Valeu a pena. A lagoa estava cheia, havia muitas aves, foi um dia agradável.
Mantenha-se atento e visite o site da RNLSAS , no 2º sábado de cada mês há um palestra diferente.

quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Sábado no Monte

A RNLSA convidou o Coastwatch para passar o dia 14 de Fevereiro no Monte do Paio. Deixo o convite para todos vós. Vale a pena ver esta paisagem espectacular e passar uma tarde diferente.
A RNLSAS tem uma área marinha com 2137 hectares, para a qual foram definidos objectivos prioritários no Plano de Ordenamento, com destaque para os seguintes:“O fomento da biodiversidade marinha característica dos habitats aqui existentes, através de medidas adequadas de planeamento e gestão; A investigação científica aplicada à conservação da natureza e à gestão dos recursos vivos marinhos, nomeadamente a que vise esclarecer a importância dos biótopos marinhos existentes e das respectivas comunidades para as espécies economicamente importantes, e ainda A informação, sensibilização e educação ambientais”. Considera-se indispensável que a população local tome consciência da importância de proteger os sistemas litorais, podendo o Sábado no Monte contribuir para a sensibilização para este tema, de uma forma informal e directa, como são sempre as palestras que se realizam neste encontro mensal.
O Projecto Coastwatch Europe é um projecto de defesa e estudo ambiental dos sistemas litorais europeus. Foi criado em 1989 na Irlanda e envolve cerca de 23 países.Anualmente é realizada uma campanha de recolha de dados ambientais na zona litoral, que ocorre em simultâneo em todos os países aderentes ao projecto.Em Portugal a coordenação deste projecto está a cargo do GEOTA – Grupo de Estudos do Ordenamento do Território e Ambiente. A análise dos dados recolhidos na Campanha Coastwatch é utilizada para elaborar um relatório anual de caracterização da situação ambiental das zonas costeiras, que é divulgado à população em geral. O Projecto Coastwatch permite, através da educação Ambiental, que cada cidadão envolvido contribua para a protecção dos sistemas litorais.
No próximo Sábado, a partir das 15.30h, no Monte do Paio, vamos poder conhecer melhor este projecto e, quem sabe, participar na próxima Campanha. E ainda podem comprar produtos locais muito agradáveis …e observar uma paisagem magnífica, agora cheiinha de água……a Lagoa de Santo André no seu esplendor!
clique aqui e veja como chegar.
Sede Tel. 269 708063Fax 269 708065
Horário: 9.00h -12.30h; 14.00h -17.30h
Centro de Interpretação do Monte do Paio
Tel: 269 749001

sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Actividades de Educação Ambiental

O Coastwatch andou a desenvolver actividades de educação ambiental.
No dia 3 fomos à EBI da Charneca da Caparica, onde decorria o "Dia das Ciências". As temáticas desenvolvidas foram:
Poupar água -1º ciclo (+-90 alunos)
Poluição - 2º ciclo (+-80 alunos)
Biodiversidade e Coastwatch - 3º ciclo (54 alunos)
Obrigada a todos os que gentilmente nos receberam, em especial à professora Graça Carvalha.
No dia 5, o Coastwatch foi até Vagos, onde para além da simpatia da equipa da Câmara Municipal (Obrigada Sónia e Isabel), a Escola Profissional Agrícola de Vagos (EPAV) nos recebeu calorosamente (cerca de 100 alunos).
Obrigada a todos os professores, em especial à professora Dina, tão entusiasta com o Coastwatch.
O mar estava bravo acentuando a já intensa erosão sobre a Vagueira, desta forma não podemos desenvolver a actividade prática.

quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

PROGRAMA SEMINÁRIO COASTWATCH

PROGRAMA PROVISÓRIO
SEMINÁRIO COASTWATCH 2008/09: Um olhar sobre a Biodiversidade
30 de Abril a 2 de Maio de 2009
Local: Reitoria da Universidade da Madeira
Colégio dos Jesuítas - Rua dos Ferreiros - Funchal
(Aguardando acreditação pelo Centro de Formação Professor Orlando Ribeiro – 0,6 créditos)
30 de Abril (5ª feira)
9h00 – Recepção dos participantes
9h30 – Sessão de abertura
Reitor da Universidade da Madeira: Pedro Telhado Pereira (Prof. Doutor) *
Presidente da Câmara Municipal do Funchal: Miguel Machado de Albuquerque (Dr.)*
Presidente do GEOTA: Carlos Nunes da Costa (Prof. Doutor)*
Coordenadora Nacional Coastwatch Lurdes Soares (Drª)
10h30 – Apresentação dados Nacionais Campanha 2008/09 Lurdes Soares (Drª) Coordenadora Nacional Coastwatch – GEOTA
11h00 – Pausa para convívio e apresentação de posters espaço intercultural
11h30 – Coordenação Regional: Partilhar experiências…
Moderador Por definir
11:35 – Coordenador Regional: Coastwatch e a Educação Ambiental – Câmara Municipal do Funchal
11:50 – Participante: O Olhar da Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco sobre o Coastwatch José Manuel Silva (Dr.)
12:05 – Coastwatch: A experiência de Maceió-Alagoas- Brasil Marco Lyra (Dr.)*
Debate
12h45 – Almoço
Restaurante o Páteo, mediante pagamento 10 euros (ver ementa)
14h30Painel 1 O Contributo das Instituições na Preservação da Biodiversidade
Moderador Por definir
14:45 – Biodiversidade na Estação de Biologia Marinha Estação de Biologia Marinha Manuel Biscoito (Dr.) Câmara Municipal do Funchal
15:10 – A Investigação em Biodiversidade Marinha Graça Costa (Prof. Dr.ª) – Universidade da Madeira – Departamento de Biologia
15:35 – Contributos do PNM para a Conservação da Biodiversidade Paulo Oliveira (Dr.) - Director do Parque Natural da Madeira
Debate
16:15 – Espaço intercultural – café com biscoitos
16:30Painel 2 Que Futuro para a Biodiversidade?
Moderador – Ricardo Araújo (Dr.) Museu Municipal do Funchal
16:45 – Biodiversidade e Recursos Marinhos Carlos Reis (Prof. Dr.) - FCUL*
17:10 – Biodiversidade na Madeira Raimundo Quintal (Prof. Dr.) – Associação dos Amigos do Parque Ecológico